quarta-feira, 13 de junho de 2012

A DEUS SEJA A GLORIA



22
Este é o dia de erguermos o nosso Ebenezer e celebrarmos ações de
graças a Deus pelo êxito absoluto do Primeiro Seminário Nacional para
Pregadores do Evangelho – I SENAPEV, realizado de 8 a 10 de junho na cidade de Indaiatuba, SP.
Houve um mover de Deus do principio ao fim. Os preletores foram
rica e poderosamente abençoados pelo Senhor.
Participaram pregadores e pastores de 18 Estados de nossa Federação, alem de quatro representantes dos Estados unidos da
América.
As preleções foram apresentadas pelos pastores Geziel Gomes, Silas
Josué, Jesse Mauricio, Joel Gomes e Jehan Porto.
Foram mais de quinze horas de mensagens, vividas intensa e exuberantemente.
Vários pregadores declararam que sua vida foi absolutamente
impactada. Outros disseram estar conscientes de que nunca mais seriam
os mesmos.
Alguns pastores garantiram que no II SENAPEV trarão maior numero de Obreiros de sua igreja, tal a importância que puderam identificar nas
mensagens do evento.
Desejo consignar meu m ais profundo agradecimento a todos os
participantes, especialmente aos amados colegas Pastores, os quais nos
honraram sobremaneira.
Agradeço de forma destacada a presença e atuação dos preletores, os quais foram (sem exceção) grandemente usados pelo Espírito de Deus.
Já estamos dando os primeiros passos para a realização do Segundo.
Já estão abertas as pré-inscrições.
A Deus seja a glória. Hoje, para sempre e eternamente.

33

quinta-feira, 7 de junho de 2012

APOSTOLOS: MUITO MAIS QUE DOZE




A cessação do ministério apostólico na Igreja do Senhor Jesus tem causado um prejuízo incalculável e irreparável.
Ninguém saberia explicar porque os cinco ministérios mencionados em Ef 4.11 foram reduzidos a dois.
Insensatamente alguns declaram que a era dos apóstolos passou. Deveriam também proclamar que passou o tempo dos evangelistas e dos pastores.
Damos mil graças a Deus porque a Igreja Evangélica não dispõe de um Papa (embora nalguns lugares haja alguns líderes travestidos de papitas.
A Igreja não partiu para o extremo de possuir papas e cardeais, mas também optou por não dispor de mestres, apóstolos e profetas.
Os mestres foram substituídos pelos doutores formados em Teologia. Vezes sem conta nada tem uma coisa a ver com a outra.
Os profetas entraram em extinção há séculos. Hoje de uma maneira quase leviana muitos se autodenominam profetas exclusivamente para anunciar riquezas fáceis aos que apoiarem seus planos financeiros. Que saudade dos tempos áureos da Igreja Primitiva, quando as fortunas doadas eram postas aos pés dos apóstolos!
Os apóstolos cessaram por dezenas de décadas e no século passado foram substituídos, no Brasil, por Presidentes de Convenção ou de Supremos Concílios.
A autoridade apostólica é de origem divina e natureza espiritual. Ela jamais esteve vinculada a táticas eleitoreiras, tão própriam dos arraiais estranhos ä Igreja do Senhor Jesus.
O apóstolo possui traços fortes e evidências claras de uma liderança concedida pelo Espírito Santo.
A ausência de apóstolos levou a Igreja a assemelhar-se a um Parlamento e suas mais importantes decisões, por falta de revelação e direção divinas, passaram a ser tomadas por votos e manipuladas previamente por hábeis ministros de conchavos.
Plenários convencionais, que no passado eram assembléias de Cenáculo, transformaram-se em objeto de manipulação feita pelos lobistas eclesiológicos.
Uma incalculável soma de valores pecuniários que daria para sustentar centenas de missionários ao redor do mundo tem sido canalizada para propagandas eleitorais, nos angustiantes períodos que precedem assembleias convencionais.
Cada vez mais encontro homens de Deus que decidiram se abster dessas reuniões.
Os momentos de oração e os períodos devocionais foram substituídos por conversas ao pé do ouvido, muitas delas com estilo maquiavélico.
E quando alguém pergunta o que está acontecendo, não se ouve resposta coerente.
Na verdade, faltam os apóstolos. Eles eram colunas na Igreja Primitiva.
Äs vezes se chega a pensar que a Igreja hodierna continua com um Firme Fundamento e com paredes robustas e exuberantes.
Mas... e as colunas?
Ninguém quer se dar ao trabalho de examinar o texto bíblico acuradamente. Lá está escrito que havia outros apóstolos, além dos doze. É só conferir.
Daqui a alguns anos haverá apóstolos em Igrejas que hoje rejeitam. Mas, como em outras áreas, eles surgirão tarde demais.
Fica, todavia, o singelo lembrete. A igreja de Cristo foi estabelecida para ser uma Igreja Apostólica.
Desde os primeiros tempos houve apóstolos. E muito mais que doze.

APOSTOLOS: MUITO MAIS QUE DOZE

A cessação do ministério apostólico na Igreja do Senhor Jesus tem causado um prejuízo incalculável e irreparável.
Ninguém saberia explicar porque os cinco ministérios mencionados em Ef 4.11 foram reduzidos a dois.
Insensatamente alguns declaram que a era dos apóstolos passou. Deveriam também proclamar que passou o tempo dos evangelistas e dos pastores.
Damos mil graças a Deus porque a Igreja Evangélica não dispõe de um Papa (embora nalguns lugares haja alguns líderes travestidos de papitas.
A Igreja não partiu para o extremo de possuir papas e cardeais, mas também optou por não dispor de mestres, apóstolos e profetas.
Os mestres foram substituídos pelos doutores formados em Teologia. Vezes sem conta nada tem uma coisa a ver com a outra.
Os profetas entraram em extinção há séculos. Hoje de uma maneira quase leviana muitos se autodenominam profetas exclusivamente para anunciar riquezas fáceis aos que apoiarem seus planos financeiros. Que saudade dos tempos áureos da Igreja Primitiva, quando as fortunas doadas eram postas aos pés dos apóstolos!
Os apóstolos cessaram por dezenas de décadas e no século passado foram substituídos, no Brasil, por Presidentes de Convenção ou de Supremos Concílios.
A autoridade apostólica é de origem divina e natureza espiritual. Ela jamais esteve vinculada a táticas eleitoreiras, tão própriam dos arraiais estranhos ä Igreja do Senhor Jesus.
O apóstolo possui traços fortes e evidências claras de uma liderança concedida pelo Espírito Santo.
A ausência de apóstolos levou a Igreja a assemelhar-se a um Parlamento e suas mais importantes decisões, por falta de revelação e direção divinas, passaram a ser tomadas por votos e manipuladas previamente por hábeis ministros de conchavos.
Plenários convencionais, que no passado eram assembléias de Cenáculo, transformaram-se em objeto de manipulação feita pelos lobistas eclesiológicos.
Uma incalculável soma de valores pecuniários que daria para sustentar centenas de missionários ao redor do mundo tem sido canalizada para propagandas eleitorais, nos angustiantes períodos que precedem assembleias convencionais.
Cada vez mais encontro homens de Deus que decidiram se abster dessas reuniões.
Os momentos de oração e os períodos devocionais foram substituídos por conversas ao pé do ouvido, muitas delas com estilo maquiavélico.
E quando alguém pergunta o que está acontecendo, não se ouve resposta coerente.
Na verdade, faltam os apóstolos. Eles eram colunas na Igreja Primitiva.
Äs vezes se chega a pensar que a Igreja hodierna continua com um Firme Fundamento e com paredes robustas e exuberantes.
Mas... e as colunas?
Ninguém quer se dar ao trabalho de examinar o texto bíblico acuradamente. Lá está escrito que havia outros apóstolos, além dos doze. É só conferir.
Daqui a alguns anos haverá apóstolos em Igrejas que hoje rejeitam. Mas, como em outras áreas, eles surgirão tarde demais.
Fica, todavia, o singelo lembrete. A igreja de Cristo foi estabelecida para ser uma Igreja Apostólica.
Desde os primeiros tempos houve apóstolos. E muito mais que doze.

sábado, 2 de junho de 2012

A PARABOLA DE UM DONO DA IGREJA



Rojelyo veio ao mundo de uma familia pobre, de habitos extremamente modestos,
Sua infancia se desenvolveu em um ambiente rodeado de simplicidade.
Era ainda uma crianca quando viu seu pai beber pela primeira vez.
Embora ja o visse fumar antes, foi grande o impacto de contemplar o
querido pai completamente bebado.
Na verdade o pai escondeu por muito tempo do filho esse miseravel
habito, ate que um dia o inusitado aconteceu.
Menos de uma decada depois, Rojelyo chorou inconsolavelmente quando
acompanhou o corpo do pai ate o cemiterio.
Ele estava se preparando para deixar a adolescencia e ingressar em
definitive na juventude, quando sentiu o peso do desafio sobre seus
frageis ombros.
***
A ausencia do pai no lar, a obrigacao de assegurar a quase totalidade
das despesas do lar e o debil relacionamento com a mae, sempre mais
apegada ao outro filho, dez anos mais jovem que ele o levaram a
caminhos inseguros e tortuosos.
Rogelyo comecou a fumar, depois a beber e, em seguida comecou
gradativamente a mergulhar no submundo das drogas.
Em virtude disso, perdeu o entusiasmo, a alegria e a persperctiva de
um futuro feliz, tanto para si quanto para os seus.
***
Em Sua infinita misericordia e Suas extraordinarias e graciosas
estrategias abencoadoras, Deus alcancou o jovem  e o salvou.
Foi, sem duvida, um extraordinario milagre, tal a deprimente situacao
em que chegou a se encontrar.
Sua salvacao foi comentada e comemorada nao apenas pela igreja, que
foi testemunha de sua decisao, mas principalmente pelos que seus
familiars e parentes, e por outros que o conheciam razoavelmente.
Os primeiros dias de fe desse jovem foram marcados pela gratidao a
Deus, pela dedicacao a Palavra e pelo desejo de crescer
espiritualmente.
***
A medida que se passavam os dias, Rogelyo foi sendo discipulado e nao
tardou a lhe surgirem oportunidades para um envolvimento na igreja.
Dotado de uma excelente diccao e uma apreciavel voz, comecou cantando
e sem que passasse muito tempo comecou a dar destemunho de Cristo em
reunioes particulares e publicas.
Era perceptivel em seus hinos e mensagens a manutencao daqueles tres
habitos que fizeram parte dos seus primeiros dias de fe: gratidao,
humildade e dedicacao.
Quatro anos depois, Rojelyo ja era um diacono.
Uma decada apos haver sido separado para o diaconato, foi ordenado ao
ministerio de evangelista e crescia sempre.
***
Quatro anos se passaram e chegou o dia em que foi solenemente foi
ordenado ao ministerio pastoral.
Antes de completer o Primeiro de ordenacao pastoral passou a drigir
uma igreja, depois outra e, finalmente, uma terceira.
Deus sempre o acompanhou e o protegeu. E no exercicio dos primeiros
anos de  pastorado, ele se manteve agradecido, humilde dedicado.
***
Passados aproximadamente vinte anos, o pastor Rogelyo comecou a
projetar sensiveis mudancas de postura, as quais se distanciavam
daquelas que mencionamos linhas atras.
A medida que crescia sua autoridade, que se via cercado de muitos
obreiros e que contemplava os muitos sucessos que marcavam seu
pastorado, tres situacoes passaram a ser verificadas em sua vida e seu
comportamento.
Ele cada vez menos agradecia a Deus as muitas vitorias de seu
ministerio; cada vez menos se apresentava arrogante diante dos
obreiros e da comunidade e cada vez parecia menos dedicado.
Embora sua imagem publica nao parecesse arranhada, os que o cercavam
sentiam profundamente o que estava ocorrendo.
***
Quando um pastor perde o senso de gratidao, o espirito de humildade e
o habito da genuine dedicacao (a Deus, a Palavra e ao Rebanho), ele
perde o apego aqueles que Deus lhe entregou para cuidar.
Esquecido de onde veio e de tudo quanto Deus fez por si no momento de
extrema miseria, passa a sentir-se o dono da igreja, e
imperceptivelmente comeca a acontecer um declinio na vida do povo de
Deus.
Certo dia, um obreiro local foi convidado a participar de uma reuniao
emu ma outra igreja. Igreja seria, pastor respeitavel e oportunidade
singular.
Quando o pastor Rojelyo soube desse convite, chamou o obreiro ao seu
gabinete e o repreendeu asperamente, declarando em tom arrogante e
ameacador: se voce comparecer aquela reuniao, considere-se excluido.
So quem esqueceu o seu passado e que despreza o future das outras pessoas.
***
Milhares de pessoas estao sendo excluidas das igrejas por motivos os
mais futeis e insignificantes.
Em muitas regioes deste nosso grande Pais pessoas que roubam, bebem e
defraudam estao nos pulpitos, por serem fortes contribuintes. E irmaos
que foram assistir uma Cruzada Evangelistica com um obreiro de outro
Ministerio estao sendo excluidos.
Precisamos de um grande Reavivamento. Precisamos de um poderoso sopro
do Espirito sobre os pastores para que deixem de ser DONOS e voltem a
ser SERVOS do Rebanho.
O verdadeiro dono (Senhor) da Igreja deve estar muito triste com os
gerentes que ele designou poara cuidarem de Suas ovelhas e agora se
tornam ditadores espirituais.
A maior gloria do ministerio cristao nao consiste em excluir, mas em
reconciliar.
Nao somente os crentes em geral comparecerao ao Tribunal de Cristo,
mas tambem os pastores. Embora nenhum seja pastor no Ceu, mas todos
prestarao contas do tempo em que foram pastores na Terra.

Deus tire de nos as folhas de figueira do dominio sobre a igreja e nos
conceda as tunicas de peles de verdadeiro pastor.
As pedras do alforge do pastor Davi nao serivram para matar suas
ovelhas, senao Golias e seus asseclas. Davi nunca excluiu os seus
companheiros. Pelo contrario, sempre os ajudou e lhes deu oportunidade
para uma profunda e verdadeira restauracao.
O nome Rojelyo, claro, e ficcao, mas qualquer um de nos conhece um
varios rojelyos pelo mundo afora.
Livre o Senhor o Seu povo dos falsos donos e lhe conceda pastores que
apascentem o Seu Rebanho, como representantes, chamados, enviados e
confirmados por Ele.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

HOMENAGEM A UMA MÃE


Ela tem hoje noventa e dois anos.
Sua voz continua firme, embora seus ouvidos ouçam bem menos, principalmente ao telefone.
Restam ainda muitos fios de cabelo em sua cabeça, embora as pernas que sustentam seu corpo tenham perdido quase todo o seu vigor.
Admira-me sobremanera a exuberante memória que conserva, pois é capaz de recordar fatos e pessoas de hoje, de ontem e de muito tempo atrás.
“Os que olham pelas janelas”, como declarou Salomão já não observam tudo, especialmente depois de uma cirurgia mal-sucedida, realizada duas décadas atrás.
Fala com tanta ternura de seus inesquecíveis esposo e filho que partiram, como se houvessem deixado o seu conviívio apenas há alguns dias, quando em verdade se foram respectivamente há cinquenta e vintes anos.
Seu par de filhos vivos significam seu grande tesouro, depois do Maior, que mora acima das estrelas.
Viveu em uma época em que somente se usava a palavra pastora para recordar Raquel, a sempre=amada esposa de Jacó.
Mas sem dúvida ela também o foi, ao lado de seu esposo, pastor por meio século neste País. Tratava a todos como filhos diletos e nunca lhes negou amizade, gentileza, generosidade e apoio, ingredientes que se somavam a um coração totalmente cheio de hospitalidade, como ainda hoje o é, mesmo faltando menos de dois lustros para alcançar o seu centenário.
Mãe de 3 filhos legítimos, ofereceu os atributos únicos da maternidade a centenas de outros, muitos dos quais ainda vivem e recordam com saudade essa filiação postiça, perfumada com a graça do verdadeiro amor e o odor de uma dedicação acima de todos os preços e imune a todas as adversidades.
Pouco visitada, nesta quadra da vida, sente diuturnamente a presença do Amigo mais chegado, cuja Palavra recorda mais com a mente que com os olhos, visto que contempla pouco, mas assimila muito.
Neste Dia das Mães pareceu-me justo homenageá-la, desejoso de que estas palavras tenham o sentido de flores da minha gratidão.
São as rosas do meu reconhecimento a uma vida de pureza e grandeza, de piedade e santo fervor.
A dívida que lhe tenho é impagável, embora saiba que tudo fez (e continua a fazer) por amor, sem jamais esperar qualquer coisa em troca, nem mesmo a menor das migalhas.
Parabens a essa mãe muito especial, primus inter pares, uma Abigail dos tempos modernos, uma Sara contemporânea, uma quase desconhecida Ester.
Minha homenagem a uma mãe modelo, a uma mãe padrão, a uma mãe exemplar.
Estou falando da sogra da minha esposa, da avó dos meus filhos, da bisavó dos meus netos.
Estou falando de minha MÃE.


segunda-feira, 26 de março de 2012

AVIVAMENTO: BRASAS E CINZAS


   O crescimento da Igreja Evangélica Brasileira é um fato indiscutível.
   Chega a perturbar alguns setores sócio-político-religiosos de nossa Nação.
   Mas, quando recordo os idos dos anos 50 e os comparo com o que acontece hoje, posso constatar quão profundas foram as mudanças. Tempos de Avivamento, que se foram!
   Houve uma longa época em que os pastores eram tão poucos que algumas congregações interioranas chegavam a passar meses sem receber a visita de um.
   Hoje são tantos que as tribunas passaram a ficar em baixo, tal a quantidade abusiva e estonteante de “reverendos”.
   Isso sem precisar falar dos que se tornaram senhores feudais ao invés de despenseiros-apascentadores. Isto não é prova de Avivamento.
   Naquela época as divisões eram muito escassas e as opções dos membros, de escaparem para outros apriscos, eram pouquíssimas.
   Nalgumas cidades não havia mais que 3 igrejas, sendo uma, quase sempre Assembleia de Deus e as outras duas, igrejas tradicionais.
   Com o advento do neo-pentecostalismo alterações estruturais passaram a acontecer.
   Hoje as igrejas são contadas aos milhares e os seus membros, aos milhões. Uma igreja para cada quarteirão, como média modesta. Nalguns casos, 5 ou mesmo 10.
   Algumas dessas comunidades são muito mais aquários que apriscos. Por não terem graça para ganhar almas, muitos de seus líderes se especializam em cuidar de aquários. Um sinal de que não existe mais Avivamento.
   Alguns anos atrás havia um pastor para cada 400 membros. Hoje, em alguns lugares, um para cada 10. Sinal das cinzas do Avivamento.
   O crescimento espantoso das igrejas seria por si só um motivo para celebrações espetaculares de gratidão a Deus pelo grande avivamento brasileiro.
   Mas, nem tudo é Avivamento.
   Existem as igrejas que insistem em dizer ao povo que não precisa sofrer. Isto não é Avivamento.
   Outras há que mesclaram todos os tipos de música e formalizaram uma babel de “louvores”, numa horizontalidade mórbida que assassinou o sacro e entronizou o profano. Isto não pode ser Avivamento.
   Algumas comunidades usam práticas conhecidas há séculos dos povos fetichistas e, mais recentemente, dos terreiros de macumba que inundam os grandes (e pequenos) centros de nossa Pátria.Os que de lá saíram bem ä vontade se sentem. Isto nada tem a ver com Avivamento.
   O evangelismo de rua está sendo substituído pelos “blocos gospel”que assinalam sua presença em parceria com o carnaval das multidões, sustentado pelo Poder Público. Nem preciso dizer que essa anomalia não merece o nome de Avivamento.
   Andam dizendo por aí que aproximadamente um quinto das igrejas existentes hoje não nasceram, nem foram fundadas. São apenas fruto de rebeliões, divisões e separações traumáticas. Brasas? Não! Cinzas, com certeza.
   Em muitos púlpitos arrependimento, confissão de pecados e juízo vindouro foram eliminados do vocabulário homilético e pertencem a um remoto passado. Aliás, a época de Avivamento, como diria Finney.
   Os cultos de vigília, uma das forças motrizes da Igreja dos anos  50-80 foi definitivamente substituído por “shows” que usam o mesmo nome, mas não seguem o mesmo roteiro de fé, santidade e busca a Deus, como no passado. São “vigílias” aonde não vão os que desejam o batismo com o Espírito Santo, pois os espaços estão ocupados pelos insaciáveis e assobiadores “fãs” de cantores e pregadores, pagos a peso de ouro e tratados como celebridades, etc., etc. O avivamento passa longe dessas cinzas, algumas das quais já foram brasas.
   Nem preciso falar dos cultos sem Palavra, que eram desconhecidos no tempo de Paulo, uma excentricidade no tempo de Spurgeon e uma rotina nas duas décadas passadas. Brasas ou cinzas?
   Existem os pregadores que não tomam tempo para fazer convites para salvação e muito menos orações para cura de enfermos porque, segundo eles próprios, “isto não dá IBOPE”.
   No tempo dos apóstolos os frequentadores dos cultos sagrados eram chamados de varões irmãos. Hoje, são saudados como galera de Jesus. Brasas ou cinzas?
   Por toda parte surgem pregadores que se autodenominam de profetas, simplesmente esquecidos do exemplo do grande e último profeta da Antiga Aliança, que se comprazia em ser reconhecido apenas como a voz do que clama no deserto. Só que no tempo de João houve Avivamento.
   Dois grandes problemas nos ameaçam atualmente, os quais merecem especial destaque:
   Um, a louca corrida pela fama, pelo dinheiro e pela ostentação que brutalmente está sendo desenvolvida, e que está escandalizando gregos e troianos. Como suplemento dessa maratona materialista e vil, uns e outros se atropelam, se xingam, se denunciam, se acusam, se defendem e fazem do Evangelho um triste espetáculo. Foi-se o Avivamento, com os grandes golpes da foice do materialismo vil e brutal.
   Outro, o não menos macabro espetáculo de uma vasta brigada de informantes, que se comprazem em tornar públicas as mazelas acima referidas.
   Alguns idiotas espirituais se sentenm realizados enchendo as páginas virtuais das grandes e pequenas redes sociais, insistindo com a divulgação das desgraças que ocorrem, não no interior das celas do reino de Satanás, mas dentro mesmo dos templos sagrados e, notadamente, nos estúdios de televisão.
   Estamos no momento certo de recordar o que Jesus disse a respeito dos que promovem escândalos. Mateus 18.7.
   Se não houver arrependimento e recuo, haverá punição da parte do Dono da Igreja.
   Os mais tristes momentos de Israel não foram os de escravidão no Egito. Foram os de apostasia, quando houve a pior de todas as experiências: o afastamento de Deus.
   O dinheiro que deveria estar sustentando milhares de missionários ao redor do Mundo parece estar sendo canalizando para objetivos outros, na contra-mão do Avivamento e da Evangelização.
   Ou a Igreja como um todo desperta – ou daqui a pouco será tarde demais.
   Pior do que sofrer debaixo de um regime político autoritário e de repressão é sentir a torturante ausência da presença do Senhor, do Seu aval aos nossos projetos e do Seu apoio ao nosso serviço.
   Antes que seja tarde demais, que o povo de Deus abandone de vez a miserável prática de acompanhar apaixonadamente os bigbrothers da vida.
   Que os santos cessem de aplaudir os ímpios, mesmo os rotulados de celebridade.  
   Que os cantores deixem de ser estrelas hoje, para não perderem o brilho do Sol da justiça amanhã. Que os pregadores não atuem como pequenos reis, para evitar que amanhã venham a ser tratados por Deus como indignos vassalos.
   Por toda parte encontro pastores indignados com pregadores que receberam sua oferta antecipadamente, não atenderam o compromisso agendado e nem a devolveram.
   Por toda parte encontro pastores indignados com cantores que lhes pediram dez mil reais para cantarem dois hinos em uma única reunião. Talvez se inspirem no exemplo dos que compram tesouros com ofertas “para      promover a Obra de Deus”. Em todos esses casos, os personagens confundiram Avivamento com  Abominação.
   Troquemos as cinzas pelas brasas.
   Ainda existe tempo e oportunidade para um verdadeiro Avivamento no Brasil. Mas é um tempo curto e uma oportunidade rápida.
   Se você sente o mesmo que eu, divulgue esta mensagem, sem qualquer receio.
   Se o assunto que aqui abordei não o (a) incomoda, deixe tudo como está e aguarde mais um pouco para ver a grande diferença entre as brasas de um Avivamento que É e as cinzas de um que já FOI.
   Como sugestão, recomendo a releitura de Joel capítulo 2.
   A VITÓRIA É NOSSA – PELO SANGUE DE JESUS

Sinta-se meu convidado para participar do I SENAPEV – SEMINÁRIO NACIONAL PARA PREGADORES DO EVANGELHO. Acesse vvv.gezielgomes.com e conheça os detalhes. Ou ligue para (19)8230-0006 em horário comercial
  
   

sexta-feira, 23 de março de 2012

A ATUALIDADE DO LIVRO DE LEVITICO



1.   Segundo os dicionaristas, a palavra Levítico significa referente às leis ou aos levitas.
2.   “Em hebraico o livro de Levítico recebeu o nome de Vaykra, que significa E ele chamou.  Esse título é tirado da primeira palavra do livro, que era uma forma costumeira de dar nome às obras antigas. O título Levítico da versão grega da obra e significa assuntos pertencentes aos levitas”. (http://www.vivos.com.br/90.htm
3.   Existem muitas pessoas que não sentem disposição para ler ou estudar esse livro, porque o consideram enfadonho, visto ocupar-se quase inteiramente de leis, regras e regulamentos específicos para Israel, aparentemente sem aplicação para a Igreja.
4.   Na verdade, Levítico merece muito mais atenção do que lhe tem sido dada.
5.   As duas palavras-chave do livro são santidade e sacrifício. Santidade refere-se à natureza pessoal de Deus e sacrifício ao método a ser usado pelo homem para chegar até Ele.
6.   Ele aponta para a santidade absoluta de Deus e revela através de seus símbolos a obra sacerdotal de Cristo.
7.   Pelo estudo de Levítico poderemos entender muito melhor que e como é possível a um pecador aproximar –se do santo e eterno Deus.
8.   A diversidade de sacrifícios exibida ao longo do livro aponta para a multidimensional obra sacrificial de Cristo, integralmente aceita e aprovada pelo Pai Celestial.
9.   Jesus referiu-se a Levítico 19.18 em Mt 19.19 e o apóstolo Pedro cita 11.44 em I Pe 1.16.
10.                 Poucos pregadores, tanto hoje como ontem, têm pregado sobre Levítico, com a exceção talvez de 6.13. Mas deixo aqui uma sugestão para que este livro seja objeto de interesse e dedicação para os proclamadores da Palavra, visto que pregar sobre ele ajudará muitas pessoas na compreensão de alguns dos temas centrais das Sagradas Escrituras.
11.                 Para compreender mais profundamente o livro de Levítico é aconselhável a leitura e o estudo comparativo da Epístola aos Hebreus.
12.                 Sejamos sempre agradecidos a Deus por esse livro e não desprezemos o seu conteúdo, pois prepara nosso coração para a revelação da suprema Obre Redentora de Cristo, mencionada em todo o Novo Testamento.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

UMA BÊNÇÃO CHAMADA OBEDIÊNCIA


               
   Existem em nosso vocabulário inúmeras palavras reconhecidamente importantes, mas pouco atraentes ao coração, quando lembradas em caráter pessoal.
   Obediência, por exemplo.
   Todos estamos de acordo com o fato de que cada indivíduo neste mundo precisa ser obediente. Mas isto quase sempre soa como se referindo às demais pessoas.
   Por que a obrigação de obedecer sempre é transferida para o nosso próximo?
   Trata-se, evidentemente, de mais um exemplo da natureza adâmica por nós herdada. Ela é mais afeita a mandar, presidir, governar e exigir.
   Não obstante tal realidade, a Bíblia tem muito a ensinar sobre a obediência. O verbo obedecer e seus derivados, assim como o vocábulo obediência podem são encontrados ao longo de todo o texto canônico.. São muitíssimos os textos que se referem ao tema.
   Segundo os dicionaristas, obedecer significa dar ouvidos, prestar atenção, executar o que for ordenado, cumprir a vontade e a determinação de outrem, etc.

                                           ESFERAS DA OBEDIÊNCIA

1. De acordo com as Sagradas Escrituras, devemos obedecer às palavras, ordens, mandamentos, estatutos, doutrinas  e preceitos da Trindade: Tg 1.27; Rm 8.14; Jo 15.14; Mt 6.10, At 2.32, etc.
2. Devemos obedecer às autoridades constituídas, Rm 13.1, etc.
3. Devemos obedecer aos nossos pastores, Hb 13.17.
4. Devemos obedecer a nossos pais, Ef 6.1; Cl 3.20. Pv 30.17.

   Somente a Bíblia Sagrada está devidamente qualificada e habilitada a prescrever normas e estabelecer diretrizes sobre questões atinentes ao mundo espiritual.
   Existem diferenças capitais entre o natural e o sobrenatural; entre o profano e o sagrado; entre o temporal e o eterno.
   Tendo em vista apenas uma dimensão dessa grande diferença, deve ser entendido que o natural se relaciona com o corpo e o espiritual com a alma e o espírito.
   O ato de obedecer está condicionado a decisões tomadas pelo ser interior de cada pessoa.
   Nenhuma pessoa é obrigada a obedecer, tendo em vista o direito do livre arbítrio. Mas cada um deve dispor de suficiente bom senso para jamais desobedecer.
   Ian Barclay escreveu que a obediência não impedirá a decomposição de nossa vida física, mas fará cessar a decadência da nossa vida espiritual.
   Adão e Eva foram os primeiros seres humanos a existir, e também foram os primeiros a praticarem a desobediência, Rm 5.19.
   Adão perdeu a oportunidade de ser um herói de obediência, ao se tornar um agente de transgressão e desobediência. Deixou de ser um confidente de Deus, para ser um interlocutor do Diabo.
   Existem motivos e razões fundamentais para a prática da obediência. Eles atingem os mundos social, moral, ético e religioso de cada indivíduo.

                                      RAZÕES E MOTIVOS PARA OBEDECER

1. Deus é o Criador e nós somos criaturas. A criatura sempre deverá prestar obediência ao Criador.
2. A vontade de Deus é que Lhe obedeçamos, Jo 5.30; 15.14, etc.
3. Deus Se agrada daqueles que Lhe obedecem, Is 46.10; Sl 118.7.
4. Obedecer afasta da maldição, Ne 13.2
5. Obedecer é melhor do que sacrificar, I Sm 15.22.

   Nossa natureza decaída sempre se inclina para a desobediência. Além disto, recebemos ataques ferozes do Adversário, que nos incitam à desobediência a cada instante.
   Existem pessoas que imaginam que Deus aceita a obediência parcial. Estão completamente enganadas.         Deus somente considera obediência  aquela que é integral, ou seja, meia obediência significa para Deus desobediência. O pecado entrou no mundo como efeito de um ato de desobediência,
   Se não desejamos desobedecer, devemos amar profundamente a Deus, manter com Ele uma estreita comunhão e vigiar bastante.
   Devemos, também, atentar diligente e esperançosamente, para os sublimes resultados que a nossa obediência produzirá.
   Não nos esqueçamos de que a Bíblia alude à prática da obediência, mas também nos desafia a uma vida de obediência.. A prática é ocasional; a vida é permanente.
   No entanto, será sempre impossível obedecer sem o fé. O apóstolo Paulo algumas vezes relacionou a fé com a obediência, a ponto de declarar que os cristãos são chamados por Deus para a obediência da fé, Rm 1.5; 16.26
   Certamente Thomas Chalmers se baseava nisto quando afirmou que a fé é o marco inicial da obediência.

                                      ALGUNS RESULTADOS DA OBEDIÊNCIA

1. Preciosas promessas de Deus, Hb 11.8; Gn 15.1-6
2. Firmeza espiritual em tempos difíceis, Jó 2.8-10; 13.16; 19.25-27.
3. Coragem para enfrentar o inimigo, Js Nm 14.6-9; I Sm 15.10-35; I Sm 17.32-47.
4. Esperança, Rm 5.3
5. O direito e o prazer de desfrutar da plenitude do amor fraternal, I Pe 1.22.
6. A obediência à vontade do Senhor nos conduzirá ao ponto desejado por Jesus em Sua oração sacerdotal, a unidade da Igreja, Jo 17.21.

   Obedecer faz a diferença na vida de qualquer pessoal e quando comparamos os personagens da Bíblia, torna-se fácil entender porque alguns tiveram muito sucesso e outros caíram no despenhadeiro do fracasso. A diferença foi a obediência.
   “Embora nenhum homem mereça obter segurança mediante sua obediência, Deus geralmente coroa a obediência com segurança”. Thomas Brooks.
   Se a Igreja do Senhor Jesus estivesse sendo mais obediente ao seu IDE, a evangelização do mundo estaria muitíssimo além do que está atualmente.
   Thomas Brooks escreveu que aquele que obedece sinceramente esforça-se para obedecer totalmente
Jesus, como homem, deixou-nos o marco maior e se tornou o modelo eterno de obediência integral e absoluta.
.  Mas, louvamos a Deus também pelos muitos servos de Deus que alcançaram graça para obedecer, mesmo que vivessem rodeados de pessoas dominadas pelo espírito da desobediência.

                       DEZ EXEMPLOS NOTÁVEIS DE PESSOAS OBEDIENTES

1. A obediência de Noé o levou a construir a Arca, Gn 6.16; Hb 11.7.
2. A obediência de Abraão o fez deixar Ur dos Caldeus e, posteriormente, levar seu amado filho ao monte do sacrifício, Gn 12.1-4; 22.
3. A obediência de Isaque o fez peregrinar em Gerar, Gn 26.2-6.
4. A obediência de |Jacó produziu uma grande restauração em sua vida e na vida de sua família, Gn 35.1-10.
5. A obediência de Moisés fez dele o legislador e guia dos israelitas por 40 anos, Ex 3.1-10; Hb 11.26,27.
6. A obediência de Josué resultou na queda dos muros de Jericó, Js 3.1-12.
7. A obediência de Neemias o levou a ser o grande restaurador das portas e dos muros de Jerusalém, Ne 3.
8. A obediência de Isaias resultou em uma visão do trono e da glória de Deus, Is 6.1-7.
9. A obediência de Paulo fez dele um apóstolo singular, At 26.19.
10. A obediência de Jesus resultou em nossa redenção e Lhe deu um nome que é sobre tod o nome, Fp 1.5-8; Hb 5.8; 10.5-10.

   Concluindo, deixamos a seguinte sugestão: sejamos como Davi, que era pronto na sua obediência, I Sm 22.14..
   Quando obedecer nos parecer algo difícil, ou até mesmo impossível, lembremo-nos das palavras escritas em II Co 10.  Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo, II Co 10.5.
   E que todos digam de nós o que o apóstolo Paulo disse da Igreja em Roma: Quanto à vossa obediência, é ela conhecida de todos. Rm 16.19.
   Existem muitas bênçãos para desfrutarmos nesta vida. Que uma delas seja, e com prioridade,
                                      uma bênção chamada obediência.,.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

VOTO OU VETO?


O instituto do voto vem sendo exercido desde há muito em nossa Pátria, seguindo uma prática milenar e universal.
O voto faz subir quem está em baixo e manter em cima quem já subiu.
Mas faz com que alguns desçam, para ceder o lugar aos que foram levados (e elevados).
O voto prestigia o honrado, mas também pode glorificar o desonesto e corrupto.
O voto é anônimo, por ser secreto. Mas conta, por ser válido.
Pelo voto já brilharam no Parlamento algumas das mais ilustres figuras da República. Aliás, desde o Império. 
Pelo voto foram eleitos estadistas notáveis no passado e quase nenhuns, no presente. Quanto ao futuro, só Deus sabe.
O voto já humilhou o Congresso com a ascensão de figuras intelectualmente grotescas, moralmente esdrúxulas  e religiosamente animalescas.
O voto elegeu um Rui, e também muitos ruins. Já elevou um Nabuco e também vários sabugos. Já elegeu Quadros e também quadrados. Deu asas a grandes mestres bem como a quase-analfabetos. 
Como se fosse um estádio, o voto já enviou uma coleção de atacantes e até goleiros.
Como se fosse uma penitenciária, já elegeu indivíduos comprometidos com a prática de roubo e congêneres.
Como se fosse um ringue, o voto já enviou ao Parlamento vários especialistas em socos e pancadas.
Quando alguns poucos eleitores se revoltam com os desvios legitimados do voto, apelam para o instituo do veto, que os tribunais validam, já faz um bom tempo.
Cada eleição tem duas marcas: a do voto e a do veto. O voto depende de presença, o veto se faz com ausência. A pessoa aparece, mas o voto, não. Ou se torna incolor ou muda de direção.
O voto adiciona, o veto subtrai.
O voto atinge o alvo. O veto busca alternativas. Mas, tanto há votos sábios quanto vetos tolos. E vice-versa.
Daqui a alguns meses milhões de brasileiros voltarão às urnas. A maioria, para votar. Muitos outros, para vetar.
Alguns não receberão votos porque já foram vetados pelo STF. Outros não se elegerão, porque receberão vetos e não votos.
A obrigatoriedade do voto no Brasil conclama os seus cidadãos para uma das duas alternativas: voto ou veto.
Por causa de um par de sapatos, ou quatro pamonhas, ou uma cesta básica, alguns serão votados.
Outros, por causa de propostas indecorosas, sobretudo no tocante â Família, serão vetados. Serão punidos com o voto do veto, posto que seus famigerados intentos não cessam de ameaçar o veto do voto.
As eleições chegarão. Decisivas para o Brasil, que sofre a ameaça de perder de uma vez por todas sua tradição de amor à Moral, honra à Família e devoção a Deus.
Prepare-se desde agora e decida com firmeza. Dar o voto a um sempre significará vetar o outro. Vejam em quem votar e saibam a quem vetar.
Deus salve nossa Nação!


Notas: 
1. Já começaram as inscrições para o SENAPEV. 
2. É concedido o direito livre de reprodução desta matéria  em outros blogs, desde que menciona a fonte, com fidelidade.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O PROGRAMA NUCLEAR DOS ESTADOS UNIDOS


A administração Obama está estudando opções para novos cortes para o programa nuclear dos EUA, incluindo uma redução de até 80 por cento no número de armas implantadas, segundo informou a Associated Press.

Mesmo a opção mais modesta agora sob consideração seria um passo histórica e politicamente corajoso em favor do desarmamento em um ano de eleição presidencial, embora o plano esteja em sintonia com a promessa do Presidente Obama em 2009 para prosseguir a eliminação das armas nucleares.

Nenhuma decisão final foi tomada, mas a administração está considerando pelo menos três opções para reduzir o  número total de armas nucleares estratégicas implantadas para corte: 1.000 a 1.100, 700 a 800, e 300 a 400, de acordo com um funcionário do governo anterior e um do Congresso. Ambos falaram sob condição de anonimato, a fim de preservar as deliberações da administração interna.

Os cortes em potencial atingiriam 1.550 ogivas estratégicas.

Pode acontecer que esse novo programa leve os EUA de volta aos níveis de 1950, quando o país estava acelerando a corrida armamentista com a União Soviética.

Obama muitas vezes falou do seu desejo de buscar níveis mais baixos de armas nucleares, mas as opções específicas para uma nova ronda de cortes haviam sido mantidas em segredo até que a AP soube das três opções agora sobre a mesa.

Um porta-voz nacional da Casa Branca (do Conselho de Segurança), Tommy Vietor, disse terça-feira que as opções desenvolvidas pelo Pentágono ainda não foram apresentados para Obama.

O secretário de imprensa do Pentágono, George Little disse que Obama pediu ao Pentágono para desenvolver várias abordagens "alternativas" a dissuasão nuclear.

Os EUA poderiam fazer novas reduções de armas por conta própria, mas eles estão mais propensos a propor uma nova rodada de negociações de armas com a Rússia, seu antigo adversários na Guerra Fria.

Stephen Young, analista sênior da Union of Concerned Scientists, favorável à redução de armas nucleares, disse terça-feira, "O governo está absolutamente ao olhar para cortes profundos como este. Os Estados Unidos não contam com armas nucleares como uma parte central de nossa segurança ".

Mesmo pequenos cortes propostos são susceptíveis de despertar fortes críticas dos republicanos que argumentavam que uma força menor nuclear iria enfraquecer os EUA num momento em que Rússia, China e outros estão fortalecendo suas capacidades nucleares. Eles também argumentam que diminuir o arsenal americano minaria a credibilidade do "guarda-chuva" nuclear que os Estados Unidos estendem para seus aliados, como o Japão, Coréia do Sul e Turquia, que poderiam construir suas próprias forças nucleares.

A administração no ano passado começou a considerar um leque de possíveis futuras reduções abaixo dos níveis acordados no novo tratado START com a Rússia que entrou em vigor há um ano. Opções deverão ser apresentadas a Obama em breve. 
Os EUA já estão a caminho de reduzir para 1.550 as ogivas nucleares estratégicas a serem implantadas até 2018. Em setembro passado os Estados Unidos tinham 1.790 ogivas e a Rússia, 1.566, segundo relatórios examinados.
Aqueles que favorecem cortes adicionais argumentam que as armas nucleares não têm nenhum papel nas ameaças de segurança mais importantes do século 21, como o terrorismo. A revisão da política nuclear 2010 pelo Pentágono disse que o arsenal nuclear dos EUA também é "pouco adequado" para lidar com os desafios colocados pelos "regimes hostis que buscam armas nucleares", numa aparente referência ao Irã.
No mês passado, a administração disse que mo orçamento da defesa apresentada ao Congresso para 2013, a administração propôs um atraso de dois anos no desenvolvimento de uma nova geração de submarinos de mísseis balísticos que carregam armas nucleares. 
Isso economizaria cerca de US $ 4,3 bilhões em cinco anos.
"Com efeito, estamos perguntando: quais são os conceitos norteadores para o emprego de armas nucleares para dissuadir adversários dos Estados Unidos, e quais são os conceitos norteadores para acabar com um conflito nuclear nas melhores condições possíveis, caso tenha começado?" 
, perguntou uma grande autoridade do Governo..
Fonte: http://www.foxnews.com