terça-feira, 30 de agosto de 2011

REFLEXÕES SOBRE A EPÍSTOLA DE PAULO AOS COLOSSENSES


        Sempre devemos ser gratos ao Espírito Santo por nos haver doado a preciosa epístola escrita por Paulo e endereçada aos membros da igreja do Senhor na cidade de Colossos.
Essa epístola contém ensinamentos básicos para o povo de Deus e situa-se em grandeza teológica ao lado da que foi enviada á igreja em Éfeso. Paulo a escreveu durante seu período de cativeiro na cidade de Roma e a enviou pelas mãos de Tíquico, um dos seus mais íntimos e fiéis colaboradores, provavelmente no ano 62 da Era Cristã;
Facilmente podemos divisar cinco seções na carta e cada uma delas é por si só, um verdadeiro monumento.
Paulo possuía uma visão apostólica das igrejas e sentia-se fortemente compro0metido a exortá-las, admoestá-las e confortlá-las.
Na época em que Paulo viveu as igrejas (especialmente a de Colossos) sofreram fortes ataques de indivíduos que seguiam os ensinamentos filosóficos, tanto oriundos dos Judaísmo quanto do Médio Oriente e tais filosofias começaram a corromper a simplicidade da fé cristã, de tal modo que a gloria, a dignidade e a divindade de Cristo estavam sendo postas em duvida.
Existe uma evidente similaridade entre as epistolas endereçadas aos efésios e aos colossenses.
A primeira parte compreende os seis primeiros versículos do capítulo primeiro e seu enfoque está na satisfação pelas qualidades espirituais dos crentes colossenses.
A segunda parte trata da intercessão em favor de um maior crescimento da Igreja, e se estende de 1.7 a 1.10;
A terceira parte vai de 1.11 a 1.27. O tema é a exposição de um grande mistério.
A quarta parte compreende todo o segundo capitulo e inclui basicamente admoestações para uma vida estável.
Na quinta e última parte da epístola o apóstolo Paulo apresenta exortações sobre a santidade e trata de relações domésticas. Ela abrange os capítulos 3 e quatro.
Assim, essa epístola é profundamente teológica, mas não descura o lado social e prático da vida cristã.
Ao decidir ler pausadamente essa epístola, que tal levar em consideração algumas simples sugestões para um melhor aproveitamento?
Pois bem, destaco a seguir nove pérolas encontradas no primeiro capítulo da magnífica Carta à Igreja em Colossos. Poderiam ser doze, quarenta ou oitenta, mas para o espaço proposto, bastam essas 9.
1.       1.1 Paulo declara que a redação dessa carta contou com a colaboração do Irmão Timóteo a quem nas Epístolas Pastorais ele chama de meu filho na fé. Imaginemos a surpresa de Timóteo ao ver seu nome associado ao maior de todos os apóstolos!
2.       1.2  O apóstolo usa três palavras para definir e identificar os membros da Igreja em Colossos. Eram irmãos, eram santos e eram fiéis. Hoje em dia há que nem são santos, nem fiéis, nem irmãos. Outros há que são irmãos, mas não santos nem fiéis. Vale a pena refletir sobre essas 3 palavras.
3.       1.8  Nosso amor no Espírito. Que lindas palavras! Nosso fala de fraternidade e de solidariedade. Amor fala da virtude maior, indispensável a todo cristão. No Espírito recorda a origem da Obra que tem sido feita dentro de nossos corações.
4.       1.9  Sabedoria e entendimento espiritual   Existe uma louca competição  no mundo, a busca pela sabedoria. A Bíblia menciona 3 tipos de sabedoria: a de Deus, a de Satanás e a do homem. A satânica é totalmente deturpada; a do homem, absolutamente limitada. A divina, perfeita e imaculada. A sabedoria espiritual é adquirida a partir do temor a Deus e é excelente para dirigir, como ensina a Escritura. Se alguém dela sente falta, basta pedir a Deus com fé e sinceridade.
5.       1.10  Em nossa versão são encontrados 3 verbos, como tradução dos que Paulo usou como meta proposta para os irmãos colossenses: agradar, frutificar e crescer. Agradar sugere um relacionamento vertical com Deus. Frutificar é o trabalho interior do Espírito dentro de cada um de nós. Crescer aponta para a visão coletiva e universal da Igreja. Agradando a Deus, frutificamos. Frutificando, crescemos. Crescendo, atingimos a estatura de “varão perfeito”.
6.       1.12  O Pai vos fez idôneos. Diante dos ataques cruéis do Adversário, que desejava ver o declínio espiritual da Igreja, através da perda de sua firmeza espiritual e de suas convicções nos fundamentos do Evangelho e da fé cristã, Paulo testifica da idoneidade dos membros daquela Igreja. Quão triste é observar pessoas que se comportam como crianças e “são levadas pelo vento”, indo ao sabor das ondas que sopram para minar-lhes o conhecimento, a firmeza e a estabilidade. Heresias e filosofias, bem como religiões e seitas falsas são armas diletas do Inimigo para tentar destruir a Igreja, mas o Senhor já declarou que as portas do Inferno não prevalecerão contra ela. Que cada cultive sua própria idoneidade, dentro e fora da Casa do Senhor.
7.       1.14  Temos a redenção. Redenção é uma palavra favorita nas epístolas de Paulo. Redenção é um tema prioritário nas páginas da Bíblia. Redenção define o propósito e o significado da morte de Jesus. Redenção aponta para o sangue inocente e imaculado que oferecido por nós e que sacudiu de sobre nós o jugo do pecado e da escravidão de Satanás.
8.       1.15  Nele – por ele  - para ele. A Cristologia da epístola de Paulo aos Colossenses (bem como a dos Efésios) projeta o Filho de Deus e nosso Salvador no pódio universal da majestade divina. Tudo o que foi criado foi criado NELE. Este é o testemunho sólido e vibrante de Jo 1.1-3. Tudo o que foi criado POR ELE. Ele é o Co-Autor da Criação e merece ser adorado pelos homens na Terra, assim como pelos anjos no Céu. Nós o adoramos no tempo atualmente, mas estamos a caminho de adorá-lo eternamente.
9.       1.18  Ele é a Cabeça da Igreja.  Jesus veio a este mundo “buscar e salvar o que se havia perdido”. Esses ex-perdidos e agora salvos constituem a Igreja do Deus vivo, coluna e firmeza da verdade. Cristo não é O cabeça da Igreja. Ele é A Cabeça. A única, a divina, a insubstituível Cabeça. Essa Cabeça mora no Céu, mas o Seu Corpo vive na Terra. Cristo nos ensina a ver corretamente, porque os olhos estão na Cabeça. Ele nos outorga sabedoria, porque na cabeça está o cérebro. Ele é quem nos ensina a discernir entre o bem o mal, posto que o nariz também está na cabeça. E, finalmente, Ele fala a Palavra, Ele tem a Palavra e Ele É a Palavra. Somos apenas os Seus porta-vozes. Que essa Cabeça continue a ter primazia em nossa vida, assim como teve na de Paulo e na dos crentes de Colossos. Assim seja, até que o Senhor volte.




domingo, 21 de agosto de 2011

UMA BENCAO CHAMADA SOBRIEDADE



Dentre as inumeras crises que assolam a sociedade destaca-se atualmente a crise de sobriedade. Constata-se a ausencia de sobriedade em todos os setores da vida humana, inclusive no seio do povo de Deus.
Torna-se impossivel alcancar uma vida de excelencia se nao houver um lastro de sobriedade.
O vocábulo sobriedade em sua primeira acepção se relaciona com a temperança, que e a sabedoria no comer e no beber.
A sobriedade “distingue entre o que é razoável e o que é imoderado e utiliza razoavelmente seus cinco sentidos, seu tempo, seu dinheiro, seus esforços, etc., de acordo com critérios retos e verdadeiros.” (http://www.portaldafamilia.org/artigos/virt022.shtml)
Na Bíblia Sagrada ela alcança uma dimensão muito mais ampla e quer dizer comedimento, parcimônia, moderação, naturalidade, ausência de complicação, simplicidade.
A perda da sobriedade tem levado inumeras pessoas a serem espalhafatosas, ridículas, altivas, exageradas, impulsivas e em extremo vaidosas.
Ser sóbrio é um requerimento fundamental imposto aos que desejam um tipo de vida agradável aos olhos de Deus.
A Igreja do Senhor precisa ser constituida de jovens sobrios, familias sobrias e sobretudo obreiros sobrios.
Paulo, em sua epistola dedicada a Tito (2.12), menciona a indispensabiblidade de sobriedade, justiça e piedade.
Sobriedade diz respeito ao equilíbrio horizontal. Justiça corresponde ao equilíbrio vertical. Piedade é o somatório dos dois.
Sobriedade está associada a vigilância, conforme lemos em I Ts 5.6.
 “A fé sem sobriedade pode se transformar em mero exibicionismo religioso. A esperança sem sobriedade pode conduzir ao fanatismo religioso, do tipo desses, por exemplo, que levantam líderes que marcam a data da volta de Jesus e hipnotizam seus seguidores. O amor sem sobriedade pode se transformar em simples filantropia, facilmente convertida em instrumento de proselitismo”.
Sobriedade no falar significa não dizer mais do que deve ser dito e principalmente falar a verdade em amor. “Aquele que fala comunica algo, revela a si mesmo e deve estar consciente do bem que faz a quem escuta. As conversas frívolas e as fofocas são evitadas para aquele que deseja crescer nesta virtude. O homem sóbriodestaca-se dos demais na natureza e no tempo do seu discurso. Fala apenas o essencial, não estende a conversa nem procura enfeitá-la com sua imaginação fértil. Considera o silêncio um dom precioso, que promove mais automaticamente a compreensão do que quem nunca pára de falar.” (rev Shalom, num. 62.
O perigo dos exageros nos relatórios e informações, Pv 27.2. Nao muito raramente nos deparamos com estudantes do primeiro ano de teologia que já mandaram fazer cartões de visitas de teólogos.
Os mais jovens esperam receber dos mais antigos um legado de sobriedade, principalmente se levarmos em conta Tt 2.2.
A sobriedade e requerida no relacionamento dos conjuges, bem no de pais e filhos, I Tm 3.11.
Espera-se dos pregadores que sejam sobrios, para nao se converterem em manipuladores de auditorios, em agitadores de auditorios e em “ astros” de shows.
Os homens de Deus, responsaveis por liderar a Obra do Senhor, precisam ser sobrios. Toda falta de sobreidade em suas palavras em seu comportamento, publico ou privado, e absolutamente indesculpavel, I Tm 3.2.
Tambem e indispensavel o exercicio da sobriedade no convivio dos Obreiros. “A sobriedade ensina a ajudar, e nunca a criticar. A respeitar, e nunca combater”.
Avivamento e o estilo ideal de vida da Igreja. Ele acontecd quando o Espirito Santo encontra liberdade para mover-se no meio do Povo de Deus. Mas em todo avivamento precisa haver sobriedade, a fim de que os excessos sejam evitados.
Nao pode haver desequilibro entre a Palavra e o Poder. Se nao houver sobriedade no uso do Poder, a igreja se tornara fanatica. A perda do equilibrio no contato com a Palavra podera introduzir o formalismo dentro da Congregacao, Pv 25.16.
Faltou sobriedade a querida Igreja que estava na cidade de Corinto, e teve de ser repreendida pelo apostolo Paulo, I Co 1.13ss.
Finalmente, deve haver sobriedade total, II Tm 4.5. Assim Deus nos permita.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A FÉ PENTECOSTAL



          Mais de um século tem se passado desde que irrompeu no mundo o chamado Movimento Pentecostal.
          Suas crenças e práticas remontam ao Dia de Pentecoste, mas sua aparição globalizada e sua institucionalização são fatos relativamente recentes, ou seja, datam de apenas um século.
Em sua edição do dia 03 de dezembro de 1906 o jornal “The New York American” deu grande destaque a “um novo movimento religioso, formado por negros e brancos” e ­­acrescentou:  “algo estranho está começando a acontecer”.
As primeiras igrejas de fé pentecostal no Brasil apareceram poucos anos depois. A Assembléia de Deus, por exemplo, nasceu em 1911. Durante os dias 16 a 18 de junho de 2011 ela comemorou exuberantemente seu centenário de fundação.
De acordo com uma estimativa do Hartford Institute for Religion Research, no ano de 2025 os pentecostais deverão ser 45 por cento de todos os cristãos no mundo. Rikk Watts, um pastor canadense, integrante da Assembléia de Deus e professor do Regent College, em Vancouver, Canadá declarou: “De cada 20 pessoas no mundo, uma é pentecostal”. 
Sob uma visão panorâmica e global, pode dizer-se que o Movimento Pentecostal está agora em sua terceira e crítica fase.
A primeira fase foi a das perseguições extremas, cujo resultado era uma busca a Deus incessante e piedosa. Todos os de dentro estavam espiritualmente unidos, porque todos os de fora estavam impiedosamente contra. Naquela surgiram as Convenções, voltadas para a Palavra, a Oração e o exercício do Amor Fraternal.
A segunda fase se caracterizou por uma espécie de “processo de acomodação”. Os missionários começaram a deixar os países nos quais abriram trabalho e dirigiram as primeiras igrejas e essas começaram a receber a simpatia das Denominações, inclusive das que ferrenhamente as combatiam anteriormente.
Nessa fase ocorreu um verdadeiro fenômeno: as outras igrejas começaram a se espelhar nas pentecostais e não somente assimilaram, como também reproduziram muitas de suas práticas.
A terceira fase tem outra marca: as mais antigas igrejas pentecostais começaram a perder sua identidade. Com o advento das néo-pentecostais passou a ser difícil identificar o que realmente significa a fé pentecostal, o que de fato significa uma igreja pentecostal.
Em umas igrejas falar em línguas é proibitivo. Noutras, não se fala de milagres. Outras não abrem mão da existência e prática dos dons espirituais.
Nas duas primeiras fases nunca houve “cultos de vitória”, “reuniões de milagres”, “campanhas da prosperidade”, “shows gospel”, etc., etc. Hoje tudo isto é parte da liturgia das igrejas ou de sua liturgia.
Alguns Círculos de oração continuam exuberantes. Mas, no geral, simplesmente estão desaparecendo e sendo substituídos por algumas novidades, muitas das quais importadas de arraiais que jamais provaram a verdadeira fé pentecostal.
Em muitíssimas igrejas, os círculos de oraçãonáopassam hoje de círculos de pregação. As memoráveis noites de vigília têm cedido gradualmente seu lugar aos “vigíllhões”, onde existe de tudo, menos oração. O ponto alto é a presença de uma celebridade do mundo dos pregadores e, com certeza, uma fertilíssima colheita de ofertas, destinada habitualmente aos mais variados propósitos.
Ademais, entramos na fase da abundância enloquecedoura de ministérios pessoais, uma prática de endeusamento e de culto à personalidade, que deixaria envergonhados e confundidos os apóstolos do primeiro século, caso pudessem aqui aparecer para isto testemunhar. Isto sem precisar falar das disputas que ocorrem por trás dos bastidores.
Reuniões de oração e de ensino foram a marca registrada da Igreja nos seus primeiros 50 anos. Eram prioridade absoluta. Hoje, são escassas como tal. Evangelismo pessoal foi a tônica da primeira fase. Evangelismo em massa, da segunda. Na terceira emerge com vigor o tele-evangelismo.
Escrevo esta crônica entristecido com a atitude de alguns pregadores notáveis que publicamente zombam de certas práticas pentecostais, como se fossem heréticas. Esquecidos estão das verdadeiras origens deste grande Movimento do Espírito. Ser simples na Bíblia é assunto de honra. Para alguns hoje é matéria de galhofa.
Nossas fragilidades jamais tirarão o brilho da legítima grandeza do operar de Deus. Quaisquer que sejam o “marketing”, a metodologia e o sistema usado por alguns, vale lembrar que línguas estranhas, interpretação, revelações, dons espirituais, oração por enfermos, expulsar demônios, etc., não foram retirados da Bíblia nem abolidos da Igreja.
Devemos todos ser moderados, prudentes, respeitosos e éticos no tratar com as coisas divinas. A fama freqüentemente é uma bebida forte, altamente fermentada, que embriaga impiedosamente. O luxo das “catedrais” não deve apagar a memória dos “casebres” insalubres, dentro dos quais receberam o seu Pentecoste os pioneiros, os fundadores e os pais daqueles que hoje levam as massas ao delírio.
Pregadores há que insultam os pastores, porque nunca o foram.
O dever de ganhar almas inclui basicamente o cuidado para não perdê-las.
Os jovens que hoje vendem saúde não podem espezinhar os velhos que perderam a sua, no labutar diuturno em busca de resultados para o seu ministério, executado antes da era da internet e dos “acessórios” que a coroam. Tudo que se tem hoje é colheita do que ontem se semeou.
As 3 gerações do Movimento Pentecostal no mundo e, particularmente no Brasil, lembram os três grandes patriarcas do passado.
A primeira geração cultivou piedosamente a fé que dominava o espírito de Abraão. A segunda foi a herdeira da bênção, como Isaque. A terceira tem grandes e graves semelhanças com Jacó, o homem das barganhas, dos conchavos e das “lambanças”.
O político e ecologista carioca Alfredo Sirkis referiu-se recentemente à “sua terrível experiência negativa com vários políticos pentecostais que conheceu, alinhado às piores práticas do parlamento e da administração pública” Que o diga o escândalo da CPI dos Sanguessugas.
Para que a presente geraçäo esteja apta a subir no Dia do Arrebatamento, é de esperar uma revolução espiritual, um novo “vau de Jaboque”, para que de lá saia, não um Jacó acostumado à politicagem, à matreirice e às barganhas, mas um Israel, um príncipe do Senhor, um cidadão comprometido com Betel, um adorador que profetiza para o seu povo as sublimes palavras do Grande Senhor e Deus.
Se somos pentecostais, que o sejamos. Não apenas por tradição, nem para ganhar a simpatia de milhares, mas porque dentro de nosso coração ferve uma experiência gloriosa que tem atravessado os séculos e que merece muitos nomes, um dos quais é a fé pentecostal.

terça-feira, 21 de junho de 2011

DECISÕES QUE NÃO PODEM SER ADIADAS



Nós somos o resultado de nossas decisões.
Planejamentos, sonhos e ideais valem muito, mas o que decidimos é que determina nosso futuro.
Muitas vezes somos capazes de realizar grandes proezas, noutras ocasiões hesitamos em tomar uma pequena decisão.
Um jovem foi a Jesus e ouviu do Mestre a proposta que o faria feliz nesta vida e na eternidade.
O jovem, conhecido como “mancebo rico” não foi capaz de decidir e perdeu-se para sempre.
Ele procurou a Pessoa certa, no momento certo, fez a pergunta certa e ouviu a resposta certa, mas tomou a decisão errada.
Você é capaz de recordar a última vez em que deixou de tomar uma importante e acertada decisão?
Menciono, a seguir, algumas das mais acertadas decisões que toda pessoa precisa tomar nesta vida. E são, todas elas, decisões que não podem ser adiadas.

  1. A decisão de conhecer a Cristo, Fp 3.10; Oc 6.3.. O inferno estará cheio de pessoas que não se interessaram pela Pessoa de Cristo. Existem milhões para os quais jamais sobre um minuto para ria à Igreja, para ouvir um sermão, para ler a Bíblia, etc., etc. Tais pessoas costumam ser profundas conhecedoras de tudo quanto ocorre no mundo; vivem permanente atualizadas, mas ignoram Jesus. Se a pessoa conhece tudo, mas desconhece Jesus, na verdade ela nada conhece, pois Jesus é tudo.Que ninguém adie a decisão de conhecer a Jesus. “Os ímpios serão lançados no inferno, e todos os que se esquecem de Deus”, Sl 9.17

  1. A decisão de receber a Cristo, Jo 1.12. Receber a Cristo é algo individual e deve sempre ser uma decisão consciente. Enquanto Satanás usa de violência para possuir e dominar as pessoas, o Senhor Jesus declara: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir... e abrir, entrarei”. Ap 3.20. Que postura elegante a do Senhor. Ele respeita as decisões de cada um. Somente quem recebe a Cristo alcança o direito de ser filho de Deus. Não se trata apenas de receber a Cristo em sua casa, como Zaqueu (Lc 19), mas recebê-lo no coração, o lugar onde o Senhor deseja fazer morada, Jo 14.23.

  1. A decisão de amar a Cristo, Jo 14.15. Ninguém pode amar outrem por pressão. Nenhum tipo de persuasão é suficientemente capaz de injetar amor verdadeiro em qualquer coração. Amar é uma decisão racional, mas espontânea. Uma decisão totalmente livre. Mas quem decidiu conhecer a Cristo e recebê-lo no coração, intuitivamente será constrangido a amá-Lo. Nosso amor a Cristo é um fruto do Seu amor por nós. O apóstolo João escreveu\; “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro”. I Jo 4.19. Amar a Cristo nos abre a porta para a posse de exuberantes tesouros espirituais. “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele

  1. A decisão de pertencer a Cristo, I Co 1.30. A quarta decisão que aqui menciono é a de pertencer a Cristo, ou seja, firmar um compromisso com Ele. O verdadeiro Cristianismo não é um ajuntamento de pessoas que simpatizam com Cristo, senão uma comunidade de pessoas totalmente comprometidas com a Pessoa de Cristo, Sua Palavra e Sua Igreja. Pertencer a Cristo envolve manter comunhão com Ele, depender de Seus ensinamentos e obedecer Suas ordens. Pertencer a Cristo é uma decisão que nos separa dos compromissos com o mundo de concupiscência e nos leva uma senda de santificação, pois “ninguém pode servir a dois senhores”, como declarou o Mestre,  Mt 6.24; Lc 16.13.Pertencer a Cristo significa fazer parte da família de Deus. Pertencer a Cristo significa seguir a trilha de Paulo, que disse: “E a vida que agora vivo vivo-a na fé do Filho de Deus”, Gl 2.20.

  1. A decisão de seguir a Cristo, Mt 4.19. As decisões de pertencer e seguir a Cristo são decisões gêmeas. Se a Ele pertencemos, então deveremos seguir-lHe os passos. Se O seguimos, é porque pertencemos. Todos os membros da Igreja de Cristo foram por Ele chamados a seguir-Lo, Mt 4.19. Nossa decisão de seguir significa que estamos prontos para enfrentar os desafios, as tentações, as provações e as tribulações, na firme disposição de ser fiel até a morte, Ap 2.10. Não poucos têm sido aqueles que seguiram a Cristo por um certo tempo, e depois Dele se separaram. Os tais não provarão a vida eterna. “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;

  1. A decisão de servir a Cristo, Jo 12.28. Servir é um verbo de importância capital na vida dos filhos de Deus. A salvação consiste fundamentalmente em crer na morte e ressurreição de Cristo e recebê-Lo como Salvador e Senhor. A Igreja é o único lugar no mundo em que servir é simplesmente honroso e totalmente belo. Segunda a carta de Paulo aos tessalonicenses a salvação tem dois propósitos básicos na vida de cada um de nós: 1) servir o Deus vivo e verdadeiro; 2) esperar dos Céus a Jesus Cristo, II Ts 1.9,10. Muitas atividades que executamos nesta vida a ela são limitadas e não a exerceremos no Céu. Porém a Bíblia declara que no Céu serviremos a Deus eternamente.  O serviço que prestamos a Deus nesta vida possui 3 dimensões: a) o serviço devocional, realizado individualmente por todos os crentes em Cristo; 2) o serviço sacerdotal, praticado por todos os intercessores que estão espalhados neste mundo e3) o serviço promocional, executado por tantos quantos estão envolvidos com o labor evangelístico e a tarefa missionária. Cada servo de Cristo receberá Dele o devido galardão por tudo que houver feito nesta vida para o Senhor e Sua Obra, Ap 22.121.

  1. A decisão de obedecer a Cristo, Rm 6.16. O apóstolo Paulo declarou que o pecado entrou no mundo pela desobediência de um homem, Adão, assim como a salvação se tornou possível a todos nós pela obediência de Cristo. “Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores,
    assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.
    “ A obediência de Cristo não somente satisfez todos os requerimentos da justiça divina. Ela se tornou o padrão universal para todos os que decidem seguir e servir a Cristo. Para Deus obediência vale muito mais que qualquer sacrifício, I Sm 15.22. Obediência foi a grande marca dos heróis da fé, como Noé, Abraão, Moisés, etc., etc. A decisão de obedecer não pode ser adiada.

  1. Finalmente não se pode nem se deve adiar a decisão de esperar a Cristo, I Ts 1.10. A volta de Cristo é a suprema esperança da Igreja. Para ela se volta o olhar de todos os que têm sido redimidos pelo sangue do Cordeiro. Ela é o estuário para onde convergem todos os rios de sentimentos, expectativas e emoções de nossa alma. Sabemos que Ele voltará por causa dos profetas que predisseram, por causa das promessas pessoais do Senhor, por causa da palavra clara dos anjos, por causa dos sinais que acontecem diariamente no mundo e por causa do testemunho que o Espírito projeta no mais interior de nossa vida. Tomamos a decisão de entoar o nosso MARANATA, esse grito de guerra que declara a inabalável confiança da Igreja no regresso triunfal Daquele que era, que é e que hã de ser eternamente. A Ele seja a glória, pelos séculos dos séculos.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

VOCÊ ESTÁ REALMENTE SALVO?


Esta pergunta não pode ser deixada de lado, por parecer pouco importante.
Algumas pessoas pensam que estão salvas, pelo fato de frequentarem igrejas, assistirem cultos e até contribuirem ocasionalmente. Trata-se de perigosa ilusão. A salvação não se limita à presença física da pessoa nas reuniões da Igreja; ela resulta de “crer no Senhor Jesus Cristo”, At 16.25.
Existem aqueles que acham que estão salvos, visto serem filhos ou netos de crentes, alguns até de pastores e missionários. Mas a salvação não é uma herança de família. É uma experiência individual.
Outros se sentem quase salvos, pois já sabem muitos hinos e já tiveram algumas orações respondidas, etc. A salvação, porém, está muito além de sentimentos. Ela é uma plena certeza da posse da vida eterna, concedida pelo Pai através do sacrifício do Filho, Jo 3.16.
Você, caro leitor, está realmente salvo?
Para ser salvo é indispensável o arrependimento e a conversão, segundo o estabelecido em Atos 3.19.
Somente se é salvo pela graça de Deus, quando aplicada à nossa vida para que experimentemos o novo nascimento, também chamado de lavagem da regeneração, Jo 3.3-5; Tt 3.5.
Existem mais de 600 denominações religiosas atuantes no mundo, mas nenhuma delas produz salvação.
Existem milhares e milhares de igrejas, espalhadas por toda parte, mas nem uma só delas confere o direito e a experiência de salvação.
Os muitos grupos religiosos freqüentemente causam grande confusão em não poucas pessoas, as quais desejam saber onde está a verdade a respeito da salvação de uma pessoa.
A verdade sobre a salvação está com Deus e Ele a revela em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada.
Será impossível encontrar a salvação em uma comunidade edificada sobre princípios heréticos e falsas doutrinas. A salvação está onde a Bíblia é pregada em verdade, com seriedade e transparência.
Nenhum livro substitui a Bíblia nos assuntos de salvação. Ela ensina que o único Salvador é Cristo (At 4.12), por ser Ele o Cainho, a Verdade e a Vida, Jo 14.6.
A pessoa salva é cheia de alegria, esperança e fé e não teme a morte nem o juízo, dois fatos e eventos que não podem ser anulados. Todos os que nascem terão que morrer e todos os que morrerem irão a julgamento, Hb 9.27. Os salvos não temem isto, Rm 8.1.
Não podemos cometer o erro de pensar que a salvação também está onde o que se ensina parece certo, muito menos permitir que o nosso coração defina nossa legítima condição espiritual.
Salvação não depende apenas de sentirmos em nosso coração que somos salvos, e sim de SABERMOS que Cristo nos salvou.
A Bíblia diz que  "há um caminho que parece direito ao homem , mas seu fim é o caminho da morte ", Pv 14.12.
Nossos sentimentos não são suficientes. Precisamos da certeza do Espírito dentro de nosso espírito de que realmente estamos salvos.
Precisamos entregar nossa vida completamente aos cuidados de Deus e especialmente devemos permitir que Ele salve nossa alma, pois Jesus perguntou:"Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?"Mt 16.26.  
Nossa alma é a parte de nós que vai continuar a viver para sempre, por toda a eternidade. Não podemos nos dar ao luxo de perdê-la, deixando de receber a salvação que Cristo oferece.
Volto a lhe fazer a pergunta inicial: Você tem certeza de sua salvação?

sábado, 4 de junho de 2011

VOLTANDO A PENSAR NO CÉU


    Fala-se tanto hoje em prosperidade na terra que muitas pessoas, dentro da Casa de Deus, começam a esquecer-se do Céu.
   O Céu não é uma falácia, nem uma utopai. O Céu é real e precisamos pensar nele.
   De Gênesis a Apocalipse, toda a Bíblia menciona o Céu. No singular a palavra céu aparece em 335 versículos e no plural, em 380. Logo, em quase 700 versos da Escritura Sagrada.
   O Céu será nossa definitiva e eterna morada. Trata-se de um lugar perfeito, obra do Eterno Criador.
   Como a Bíblia declara que a fé vem pelo ouvir, se o povo está crendo ou pensando ou desejando menos o Céu, é porque os pregadores o onitem de suas mensagens.
   Precisamos trazê-lo de volta para a tribuna sagrada. Nossa mente precisa afastar-se um pouco das coisas que perecem e ocupar-se com as que permanecem, Cl 3.1,2.
   Quanto mais acumulamos tesouros na terra, menos possbilidade existe de os termos nas regiões celestiais, segundo nos ensina Jesus em Mt 6.20,21.
   O Céu é um lugar real, habitado por pessoas reais. Hoje é o lar dos seres celestiais. Amanhã receberá a Igreja triunfante, que a eles se juntará, Ap 21.1,2; Jo 14.2; Hb 11.9,10.
   Paulo descreve em II Co 12.2,3 uma viagem feita por ele ao Paraiso, o lugar que precede a residencia futura da Igreja, a comunidade dos que nasceram de novo e foram feitasnovas criaturas em Cristo, II Co 5.17.
   Deus mantém pessoalmente o governo do Céu e jamais permite que lá haja trsiteza, dores, pecado, lágrimas e morte, Ap 21.3-8,27.
   O Céu é um lugar de glória plena, absoluta, interminável e majestosa. Essa glória é o reflexo natural e permanente da própria glótia de Deus, Ap 21.23.. Para lásomente iráo os que crerem em Cristo. Ele mesmo disse a Marta: Não te hei dito que se creres verás a glória de Deus?
   O Céu é um lugar de alegria perene, gozo infindável e louvor permanente. Lá nós cantaremos e ouviremos cantar o cântico da redenção, Ap 15.3; 22.1-5.
   Em Apocalipse também lemos do tamanho do Céu (21.15,16), do seu santuário (21.22,23), de sua suficiência (22.2) e do trabalho que ali se realiza, 22.3.
   O Salmo 15 apresenta uma lista das pesosas que moraráo no Céu.
  Enquanto estivermos aqui na Terra, mantenhamos firme a convicção, a inabalável certreza de que Deus nos ouve desde o céu, como se lê no salmo 20, verso 6: Agora sei que o Senhor salva o seu ungido; ele o ouvirá desde o seu santo céu, com a força salvadora da sua mão direita.
   Não esqueçamos o Céu, amado. Lá existe Alguém que cuida de nós aqui na terra: Quem tenho eu bo céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti. Sl 73.25.
   Que nenhuma onde de materialismo e nenhum humanismo irracional nos afaste do centro da vontade de Deus, até que os nossos dias se findem e cheguemos ao Céu, onde já está para nós preparado um santo lugar.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO



“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim”, Jo 14.1
1.       Que monumental versículo! Que preciosas declarações feitas pelo Nazareno! Quanta diferença faria para todos nós se esta magistral mensagem não constasse do cânon sagrado!
2.       Nela Jesus nos aponta o caminho da paz, da tranqüilidade, do sossego e da quietude. Coração turbado, um dos principais males da geração contemporânea. Almas estressadas, vidas em desalinho, consciências intranqüilas, sorrisos ausentes, remorsos freqüentes, famílias em conflito, solidão, tristeza, angústia e, finalmente, morte. Esse o quadro que o Mestre anteviu e para o qual oferece uma solução simples e infalível: credes em Deus, crede também em Mim. Então, não se turbe o vosso coração.
1.       Ninguém pode substituir Deus. Nada pode tomar o Seu lugar. O vazio que a alma sente por Sua ausência jamais será preenchido por outras fontes, quaisquer que sejam. Jesus disse: “Deixo-vos a minha paz; a minha paz vos dou”. Essa não é a paz política, a paz dos gabinetes, a paz das organizações internacionais, a paz dos tratados políticos, a paz feita através da guerra. Essa é a paz de Deus, que excede todo entendimento e que guarda plenamente os nossos corações, como declarou o apóstolo Paulo.
2.       A paz perfeita é alcançada quando o coração se abre para o Pai, como Criador de tudo e de todos e para o Filho, como Redentor dos que Nele crêem. Em Jesus se encontram todas as respostas para os intermináveis e infinitos questionamentos da alma conturbada, do espírito irrequieto, da consciência traumatizada e da memória torturante. Credes em Deus, crede também em Mim.
3.       Leve a Cristo o seu coração turbado e Ele o transformará. “Filho meu, dá-me o teu coração”. Tudo depende da atitude do coração, porque dele procedem as saídas da vida. Não permita que os seus sofrimentos se prolonguem indefinidamente. Lança o teu cuidado sobre o Senhor, porque Ele tem cuidado de ti, assegura-nos a Palavra.
4.       Caso você esteja afastado da comunhão com o Senhor e com Sua Igreja, regresse imediatamente ao lugar sagrado das bênçãos inefáveis. Permita que o Bom Pastor o (a) tome em Seus braços amoráveis e deixe-Se ser guiado por Ele até as águas quietas, mansas e refrigeradoras. Cristo satisfaz completamente. O tempo do coração turbado chegou ao fim. A palavra do Mestre é definitiva: Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.


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segunda-feira, 30 de maio de 2011

JESUS CRISTO, O PÃO DA VIDA


Pão é uma das palavras mais populares em qualquer idioma e um dos mais populares alimentos em qualquer nação.
A Bíblia se refere a pão em nada menos de 392 versículos, sendo 315 na forma singular.
A célebre oração do Pai Nosso menciona o pão como sendo a necessidade básica da pessoa humana e deve ser buscado cotidianamente: “o pão nosso de cada dia nos dá hoje”, Mt 6.11.
A celebração da Senhor, instituída por Jesus após a última páscoa, incluiu dois elementos inseparáveis e insubstituíveis: pão e vinho.
Em qualquer  parte do mundo é possível pessoas nos mercados, padarias, lojas de conveniência, quiosques, quitandas, etc., à procura de pão.
Pão é um dos mais antigos e mais valiosos alimentos.
No capítulo seis e versículo 35 do Evangelho de João, o Senhor Jesus Cristo Se chama a Si mesmo de PÃO DA VIDA.
Das sete mais importantes declarações do Mestre, descritas no quarto Evangelho e conhecidas como os sete eu sou, essa é precisamente a primeira.
Essas sete declarações não são insignificantes. Jesus as expôs com o propósito de evidenciar Sua divindade pessoal. Ele não é como nós somos. Nós somos, a partir de nossa criação. Ele é eternamente, visto ser incriado e Criador.
Quando Jesus declarou aos judeus EU SOU, em Jo 8.58, o texto seguinte declara que Seus ouvintes pegaram em pedras para atirar sobre Ele. Eles entenderam que Jesus estava expressando claramente Sua divindade, ou seja, Ele é o Jeová do Antigo Testamento.
Um texto correlato, que merece ser lido, é Isaias 41.4,22.
Que significa ser Jesus o Pão da Vida?
1.   Em primeiro lugar, significa que Ele veio ao mundo a fim de suprir nossas mais profundas necessidades. Essas necessidades começam pela própria vida e passam necessariamente pelos alimentos.
2.   Em segundo lugar, significa que não existe vida sem Cristo. Ele é a própria vida, Jo 14.6. “Nele estava a vida”, Jo 1.4. Ele é o doador da vida, incluindo a ressurreição, Jo 11.25. Ele nos dá vida em todas as dimensões, incluindo física, espiritual e eterna, Jo 10.10.
3.   Em terceiro lugar, significa que devemos nos alimentar Dele, numa dimensão espiritual. O corpo se alimenta do pão natural; o espírito, do pão espiritual, que é Jesus. O corpo se alimenta pela boca; o espírito pelo ouvido, Rm 10.10. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”, Mt 4.4. Jesus é o Pão da Vida, que é também a própria Palavra de Deus, Ap 19;13. O capítulo seis de João abre com o extraordinário milagre da multiplicação de pães e conseqüente alimentação de uma grande multidão. Esse milagre tem o caráter de sinal e aponta transparentemente para a glória pessoal de Cristo, Jo 2.11; 20.30,31.
4.   Em quarto lugar, significa que Jesus tanto pode prover alimento natural quanto espiritual. A multidão no deserto (Mc 6) foi duplamente alimentada. Fartou-se do pão nosso de cada dia e do alimento que edifica a alma. Jesus declarou ser o Pão vivo que desceu do céu, ou seja, Sua capacidade de alimentar as multidões resulta do fato de ser Ele um Ser divino e celestial.
5.   Em quinto lugar, significa que Jesus é infinitamente superior a Moisés. Jesus é por excelência o supridor de nossas necessidades. Ele satisfaz completamente. Ele é um alimento superior ao temporário maná que caía no deserto, impossível de anular a mortalidade inerente a cada ser humano. Como PÃO VIVO Ele assegura imortalidade aos que Nele crêem. Essa imortalidade é plenitude da vida eterna. Jesus esclareceu aos judeus que não foi Moisés quem doou o maná. O maná era um símbolo, um tipo, uma figura do próprio Cristo, no período de Sua encarnação. Qualquer pessoa podia recolher o maná que caía no deserto e isto não requeria fé. Mas para ser espiritualmente alimentado por Jesus a fé é absolutamente indispensável. Além disso, como Pão, Jesus satisfaz a fome e também a sede, Jo 6.35. Isto não deve ser ignorado pelos que lêem a Bíblia Sagrada.
6.   Em sexto lugar, significa que podemos e devemos nos identificar com Cristo. Quando comemos pão, ingerimos todo o seu conteúdo e permitimos que todos os seus elementos nutrientes se associem ao nosso organismo. Quando nos alimentamos espiritualmente de Cristo, recebemos que Dele provém. Nós passamos a nos tornar parte Dele. Há séculos se costuma dizer que “a pessoa é aquilo que come”. Pessoas que se alimentam mal vivem mal. O crente se destaca no mundo especialmente por bem alimentado no mundo espiritual. E quanto mais nos alimentamos, tanto mais crescemos e prosperamos. O verso 57 de João 6 deve ser objeto de profundo meditação, devido as riquezas espirituais que o envolvem.
7.   Em sétimo e último lugar significa que Jesus estava apontando para o Calvário, ao apresentar-Se como pão vivo que desceu do céu. Cada vez que celebramos a Ceia do Senhor, em comemoração à Sua morte redentiva lembramos os Seus sofrimentos, que podem ser avaliados ao pensarmos no penoso processo de fabricação do pão que vem para as nossas mesas. O pão moído, amassado, triturado e levado ao fogo torna-se um alimento vivo para nós. A morte de Cristo nos concede vida. A vida de Cristo nos sustenta. As palavras de Cristo nos vivificam. Graças ao Pai que nos permitiu conhecer a Cristo, o maravilhoso PÃO DA VIDA.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

DE QUE DEPENDE MISSÕES?



1.  MISSÕES DEPENDE DA PESSOA DE DEUS
a.     Missões procede no coração de Deus
b.     Jesus, o maior de todos os Missionários
c.      O Espírito Santo é o Executivo Sobrenatural de Missões]
2.     MISSOES DEPENDE DA PALAVRA DE DEUS
a.     A Bíblia é o supremo Manual de Missões
b.     A Bíblia descreve o estado da humanidade, o grande motivo para fazer Missões
c.      A Bíblia apresenta e disponibiliza todos os recursos e equipamentos para a efetivação de Missões
3.     MISSÕES DEPENDE DO CHAMADO DE DEUS
a.     Existem os que são chamados e não vão
b.     Existem os que vão sem serem chamados
c.      Existem os que são chamados e vão
d.     O chamado de Deus se relaciona com Seu senhorio universal
e.      O chamado de Deus se relaciona com Seu amor universal
f.       O chamado de Deus se relaciona com o Plano da Redenção
4.     MISSÕES DEPENDE DE UM HPOMEM
a.     O homem é o instrumento de Deus
b.     O homem é enviado por Deus
c.      O homem é o representante de Deus
d.     O homem disposto a ser um MISSIONÁRIO
5.     MISSÕES DEPENDE DE UMA DETERMINAÇÃO
a.     A determinação do Espírito, que aponta
b.     A determinação da Igreja, que envia
c.      A determinação do missionário, que vai
6.     ERROS QUE UM MISSIONÁRIO NÃO PODE COMETER
a.     Negar-se a atender o chamado de Deus
b.     Trocar a direção de Deus pela sua
c.      Estar num nível espiritual inferior ao dos pecadores
d.     Tentar fazer a Obra de Deus sem uma total dependência Dele

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