terça-feira, 29 de abril de 2008

PASSA A MACEDONIA

Ocupo este espaço hoje para mencionar que a Igreja Canaã está se esforçando por fazer algo especial para Deus, no Campo de Missões.

Somos poucos, mas somos valentes.

Vivemos nesta sofrida Região do Nordeste Brasileiro. Os que a conhecem sabem muito bem de suas inúmeras e pesadas limitações, sobretudo devido à secular crise enconomico-financeira que por aqui grassa, impiedosamente.

Abrimos novas obras em algumas cidades. Enviamos 3 missionárias para Petrolina, na divisa com o Estado da Bahia.

Estamos comprometidos com cerca de uma dúzia de missionários, homens e mulheres chamados por Deus para um grande desafio.

Todos os que me conhecem de algum tempo sabem que sempre preguei, defendi e pratiquei Missões.

Tenho viajado por vários paises deste Mundo em busca das almas.

Hoje, desejo CONVIDAR você, meu amado amigo e leitor, a apoiar a Obra Missionária Canaã.

Dê-nos as mãos, repartindo um pouco do muito que Deus lhe tem concedido.

Sua oferta nos ajudará a manter os missionários no Campo.

Pode ser única ou regular.

Contate conosco, para saber mais dos nossos projetos.

Visite o nosso site e veja o número da conta bancária onde Vc pode depositar sua oferta de generosidade, paixão e amor: http://www.canaa.recife.com.br/

Apresso-me em lhe apresentar minha gratidão, em meu nome e no da Igreja CANAÃ.

Receba, também, Rute 2.12.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

DEUS É FIEL

A fidelidade de Deus a nada se compara. É única. Está acima de todos os limites e dimensões.
Trata-se de uma fidelidade absoluta, privativa da Divindade e inerente, portanto, às Três Pessoas da Santíssima Trindade.
A fidelidade de Deus, antes de ser confirmada pelos fatos e pela História, é a afirmada pelo Livro dos livros, a Bíblia Sagrada.
Naturalmente eu não devo ser exaustivo a ponto de cansar meus nobres e amáveis leitores, mas gostaria de sugerir, para os que apreciam constatar verdades fundamentais examinando o próprio texto bíblico, a leitura de algumas passagens que declaram a fidelidade de Deus.
Gn 21:1; 24:27; 28:15; 32:10; Ex 2:24; 6.4,5; 12.41; 34.6; Lv 26:44,45; Dt 4:31; 7:8,9; 9:5; 32:4; Js 21:45; 23:14; Jz 2:1; I Sm 12:22; II Sm 7:14,15,28;22:31; 23:5; I Rs 8:15,20,23,24,56; II Rs 8:19; 13:23; I Cr 17:27; II Cr 21:7; Ed 9:9; Ne 1:5; 9:7,8,32; Sl 9:10; 18:30; 19:9; 25:10; 31:5; 33:4; 36:5; 37:28; 40:10; 92:1,2, 14,15; 94:14; 98:3; 100:5;103:17; 105:8,42; 111:5,7-9; 117:2; 121:3,4; 132:11; 138:2; Is 11:5; 25:1; 42:16; 44:21; 49:7,16; 65:16; Jr 29:10; 31:36,37; 32:40; 51:5; La 3:23; Ez 16:60,62; Dn 9:4; Os 2:19,20; Mq 7:20; Ag 2:5; Mt 24:34,35; Lc 1:54,55; Jo 8:26; At 13:32,33; Rm 3:3,4; 15:8; 1Co 1:9; 10:13; II Co 1:20; I Ts 5:24; II Tm 2:13; Tt 1:2; Hb 6:10,13-19; 10:22,23,37; I Pe 4:19; II Pe 3:9; I Jo 1:9; Ap 6:10; 15:3.
Cada vez os homens se mostram mais infiéis. A cada dia brilha muito mais a fidelidade de Deus.
Jamais teremos motivos para duvidar das palavras, das promessas ou das alianças de Deus. Elas possuem e são acompanhadas da plena fidelidade do Senhor.
Esperemos com paciência. Creiamos com perseverança. Busquemos com total confiança. Tudo que Deus tem falado se cumprirá inevitavelmente.
Deus É eternamente fiel.

sexta-feira, 28 de março de 2008

A VERDADEIRA VITÓRIA

Um evangelho barato e inconsistente não merece este nome.

Vitória completa não está em promoção, como produtos sazonais de supermercados.

Há um preço a pagar para ser vitorioso.

Existem recomendações     bíblicas, leis espirituais e princípios cristãos que não podem ser substituídos por quaisquer estratagemas.

Vitória não é destinada aos que confundem a Igreja com um clube de férias.

Vitória não está caindo do céu como as folhas secas caem das árvores.

Vitória não é um bônus. É uma conquista. Uma dura conquista. Mas você pode alcançar.

Vitória não se alcança entrando no elevador, apertando um botão e indo diretamente do andar térreo ao vigésimo-quinto.

Vitória está no topo de uma escada. Todos os degraus precisam ser palmilhados. Mas, a grande notícia é que há anjos de Deus, subindo e descendo por essa mesma escada.

Vitória não está no fundo do vale, onde se aglomeram os tímidos e frouxos. Está, sim, no topo da montanha, aonde só chegam os valentes, os fortes e os perseverantes.

Vitória é oferecida aos guerreiros de todas as horas, aos lutadores de sempre, e não aos "turistas" espirituais, que assistem os cultos de quando em quando.

Deus não oferece vitória àqueles que fazem da Casa de Deus um hotel-de-fim-de-semana.

Ele a destina aos que carregam CADA DIA a sua cruz.

Mantenha-se na linha de combate. E ouça o que o apóstolo Paulo está proclamando:

"Graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo".

(Texto de um capítulo de meu próximo livro: COMO VIVER EM COMPLETA VITÓRIA)

quarta-feira, 12 de março de 2008

HOUVE UM TEMPO...

Houve um tempo em que os crentes gostavam de orar. Nessa época eles murmuravam pouco, por falta de tempo e de oportunidade e não perdiam nenhum ensejo para apresentar sua adoração, sua oração e sua intercessão diante do Trono do Pai.

Houve um tempo em que os cultos não eram um espetáculo, senão um cenáculo espiritual.

Houve um tempo em que os pastores se dedicavam à leitura da Palavra. Eles não se envolviam com política, nem secular nem eclesiástica. Eles não viviam obcecados por títulos e cargos, quer na sua comunidade, quer no âmbito nacional.

Houve um tempo que as Convenções eram convocadas para que os obreiros mais jovens ouvissem estudos bíblicos e experiências notáveis dos mais antigos, e assim eram fortalecidos e robustecidos: na fé e no ministério. Nesse tempo, ir a uma reunião convencional era um grande sonho, uma ardente paixão, um negócio de Deus.

Houve um tempo em que os presidentes não eram ditadores e os líderes não eram senhores de engenho. Todos viviam mergulhados no mar da graça misericordiosa do Senhor Jesus.

Houve um tempo a Casa de Deus não parecia com um sindicato, por ser exatamente uma assembléia dos santos.

Houve um tempo em que não havia nas igrejas círculo de oração, porque todos os crentes oravam, e não apenas uma meia-dúzia de irmãs abnegadas e de total renuncia.

Houve um tempo em que os jovens crentes não se enamoravam de senhoritas ímpias e assim o vírus do jugo desigual não se inoculava nos arraiais dos santos.

Houve um tempo em que não se cantava nem se pregava por dinheiro e assim a inspiração fluía sem tropeços, o púlpito não era balcão de barganhas e nem de aplausos para homens, porque o louvor se destinava exclusivamente a Deus.

Houve um tempo em que os cultos não eram shows, os ministros não eram artistas e os santos de Deus não eram galera.

Houve um tempo em que os compositores de hinos não eram sacoleiros, os cantores não tinham empresários e os pregadores não eram galãs.

Houve um tempo em que os crentes não deixavam de ir aos cultos por causa das novelas, as crianças não deixavam de ler a bíblia por causa dos videogames e os adolescentes não deixavam de jejuar por causa das lan-houses.

Houve um tempo em que jovens crentes se respeitavam mutuamente e deixavam as práticas de intimidade sexual para depois da cerimônia de matrimônio no altar sagrado.

Houve um tempo em que as moças crentes casavam virgens, os rapazes crentes eram abstinentes e os motéis não eram jamais por eles visitados.

Houve um tempo em que falar mal dos pastores era abominação e ser infiel a Deus era apostasia.

Houve um tempo em que se pregava a misericórdia, o perdão, o arrependimento e o juízo de Deus.

Houve um tempo em que a letra sacra dos hinos inspirados não era abafada pelo barulho ensurdecedor das baterias.

Houve um tempo em que os Congressos eram selados com batismo com o Espírito Santo e não com jogo de luzes, bem ao estilo Holywood.

Houve um tempo em que não se pagava para ir a um evento evangélico, porque os pregadores e cantores não eram artistas.

Houve um tempo em que "os mais belos hinos e poesias foram feitos em tribulação" e os que os apresentavam ao público jamais sonharam com paradas de sucesso.

Houve um tempo em que ser pastor dependia basicamente de um chamado, uma vocação, um compromisso e um testemunho público perante a Noiva do Senhor Jesus.

Houve um tempo em que os itinerantes, especialmente aqueles que nunca pastorearam, respeitavam os pastores e se maravilhavam com o seu diíicil e árduo labor.

Houve um tempo em que ganhar almas era um dever de cada membro da Igreja e excluir um membro da Igreja era uma tarefa dolorosa, sempre recebida com muita tristeza e temor.

Houve um tempo em que os pastores de Jerusalém não excluíam os membros dessa igreja porque visitaram a de Antioquia.

Houve um tempo em que mentir era pecado em qualquer lugar. Na Casa de Deus, então, era totalmente inaceitável.

Houve um tempo em que os líderes se respeitavam e se amavam; não se devoravam mutuamente.

Houve um tempo em que os peixes eram buscados lá fora, em alto mar, e não no aquário do vizinho mais próximo.

Houve um tempo em que as igrejas cresciam, devido aos batismos em águas e não às muitas cartas-de-mudança emitidas em seu favor.

Houve um tempo em que as congregações não eram agências de empregos, isto é, não se oferecia vantagens para quem a elas aderisse.

Houve um tempo em que não se trocava um cartão de membro em uma igreja por uma vaga no diaconato noutra.

Houve um tempo em que rebelião não era algo chic. Era uma ofensa profunda à santidade de Deus e quem a praticava era dito pertencer a Satanás, o pai de todas as rebeliões.

Houve um tempo que as senhoras idosas não ensinavam as mais jovens a desobedecerem seus maridos e assim as famílias eram mais estáveis.

Houve um tempo em que, no ato do convite para a salvação, não se chamava os pecadores de irmãos, e, sim, de amigos.

Houve um tempo em que ser humilde não estava fora de moda e ser simples não merecia agressões.

Houve um tempo em que ser fariseu soava estranho na Casa de Deus e jamais se veria ao menos um deles ser condecorado.

Houve um TEMPO em que jamais se sonhava que haveria UM OUTRO, tão diferente dele, que nem se poderia imaginar.

Nota: Não escrevi esta matéria mergulhado num oceano de saudosismo inconseqüente. Fi-la, na firme esperança e na severa confiança de que aqueles tempos voltarão, antes Cristo regresse. Que pensa o meu leitor a respeito disto?


 


 

sexta-feira, 7 de março de 2008

PAIXÃO E PAIXÃO

Algumas palavras do vocabulário são como as ondas do mar: sobem e descem com freqüência.

Sempre se falou de rei como sendo um monarca; de gato como sendo um animal doméstico; de fera como sendo um animal das florestas.

Hoje, existem reis para todos os gostos: da soja, do futebol, do carnaval, do mate, do gado, do bacalhau, do rock, etc., etc.

Gato para algumas senhoritas do mundo é um jovem bem apessoado, com as quais bem fariam em casar-se.

Fera passou a ser um especialista, um indivíduo de elevadíssimo QI, um candidato a campeão.

A palavra paixão tem, atualmente, inúmeras conotações.

Pode ser sentimento excessivo, amor ardente, afeto violento, entusiasmo, grande mágoa, cólera, alucinação, sentimento pervertido e até parcialidade. Assim ensinam os dicionários.

Tal multiplicidade de definições chega a inibir o pregador evangélico, ou o escritor sacro.

Desta sorte, bem fazemos em esclarecer ao público o que queremos dizer quando fazemos alguma afirmação.

Atualmente o mundo conhece em abundância a paixão que mata.

O Evangelho, ao contrário, aponta uma paixão que faz viver.

Jesus exerceu Seu ministério terreno movido por uma superior paixão: buscar e salvar o que se havia perdido, Lc 19.10.

Moisés, no AT e Paulo, no NT, são exemplos clássicos da paixão pelo bem-estar de outros.

Nós, pregadores, precisamos falar ao Povo de Deus sobre a necessidade e a importância de ser possuído por uma paixão pelas almas.

Um dos mais extraordinários livros que se produziu nos últimos cem anos foi escrito por Oswald Smith: PAIXÃO PELAS ALMAS.

Cada crente deveria possuí-lo. Todos deveriam lê-lo.

Muitas pessoas têm me abordado para declarar que estranham o fato de renomados pregadores manejarem com muita graça e eloqüência a Palavra de Deus, mas inteiramente desprovidos de paixão pelos perdidos.

Spurgeon e Moody não poderão ressuscitar e voltar aos púlpitos. Billy Sunday já não mais dispõe de força e saúde para pregar em Cruzadas, como fez por décadas.

Mas todos sentimos falta de sua ardente paixão.

A obsessão por agitar as massas está expulsando da Casa de Deus a virtude de fazer chorar o coração que se enche de arrependimento.

Graças a Deus pelos avivalistas. Mas, Deus, por onde anda a paixão por ver almas aos pés de Teu Filho e vidas extraviadas retornando ao Lar Paterno?

Existe paixão e paixão. A de reunir para receber aplausos e a de ajuntar para projetar a glória de Deus.

Sempre fui, sou e serei otimista. Creio que a falsa paixão, aquela que se concentra no vil metal e nas glórias ilusórias da fama, cederá lugar à paixão legítima, espiritual, divina. Aquela que contempla o sangue que opera o milagre da regeneração.

Essa paixão levou John Knox a clamar: Senhor, dá-me a Escócia, ou morrerei.

Knox herdou essa paixão de Paulo, que disse: Ai de mim, se não pregar o Evangelho.

Paulo herdou a sua de Jesus, que bradou na cruz: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.

A Paixão do Filho é a mesma do Pai: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?


Nota: Aproveito a oportunidade para informar que acaba de sair do prelo a segunda edição de meu livro 23 RAZÕES PARA SER UM GANHADOR DE ALMAS. Peça-o ainda hoje:
GezielGomes@msn.com.. Certamente esse livro fará aumentar a sua paixão.


 


 


 


 


 

domingo, 17 de fevereiro de 2008

PARABENS AO CAÇULA

Hoje é o dia 17 de fevereiro.

Um dia singular para mim e para minha esposa, pois foi a data escolhida por Deus para o nascimento de nosso filho caçula, que recebeu o nome de JESIMIEL Moisés.

Seguindo a linha adotada para os outros filhos do sexo masculino (4), o nome atribuído se relaciona diretamente com a Pessoa de Deus (El, no hebraico). Moisés tem o sentido de uma homenagem ao avô materno, que foi pastor por longos anos no Rio de Janeiro.

Sem que o soubéssemos, no entanto, foi também um nome profético, visto que em sua primeira semana de vida foi literalmente um Moisés, ou seja, foi salvo da inundação resultante de um tromba dágua que se abateu sobre a região onde morávamos então.

O episódio o fragilizou fisicamente por algum tempo, mas Deus o fortaleceu sem medida, pelo que O louvamos, com abundância de gratidão.

Jesimiel (ou Moses, na intimidade) foi um filho exemplar, um modelo de obediência e simplicidade, uma inteligência brilhante.

Atravessou a adolescência amparado por Jeová.

Acompanhou-me inúmeras vezes em pequenos e grandes trabalhos evangelísticos ou em seminários. Adquiriu um forte senso de compromisso com Deus desde cedo.

Dos seis filhos, ele é o que mais me acompanhou, nas muitas peregrinações. Rio, Minas, Brasília, Recife, Estados Unidos, etc.

Viveu comigo momentos de glória, mas aprendeu também a conviver com os vales da jornada.

Sua grande escola ministerial certamente foi Caxambu (MG). Literalmente penou muito. Mas cresceu muito, também.

Sua primeira experiência pastoral plena foi Recife, no alvorecer deste século. Edificou as paredes sobre um pequeno alicerce, mas a casa foi bem construída.

As surpresas de Deus me permitiram pastorear um rebanho que ele primeiramente formou. Interessante, não?

Convidado para ser o intérprete oficial da Igreja do Avivamento Mundial em Boston, deixou o Brasil juntamente com sua inteligente e afável esposa, Márcia, a quem ama apaixonadamente.

O próximo passo foi dado em janeiro último: é, agora, o primeiro Co-Pastor da WRC, função que acumula com a de Diretor do Seminário Teológico de Boston, em sua melhor fase hoje, graças a Deus.

Um excelente filho, um pregador carismático, um professor desejado, um esposo diligente.

Agradecido a Deus pelo prazer que ele me tem causado, decidi ocupar este espaço do blog, neste 17 de fevereiro, para oferecer-lhe, à guisa de presente de aniversário, este registro que ficará para a História.

Moses, parabéns. Meus e de tua querida Mãe. Deixo um texto que utilizo para concluir estas singelas palavras, escritas no Hampton Hotel, na cidade de Worcester, USA, onde estou ministrando a Palavra de Deus: Provérbios 23.24.

Feliz Aniversário! Happy Birthday!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

NAO PODEMOS DESISTIR

Temos sido convocados por Deus para uma grande batalha - a batalha da Evangelização Mundial. Não podemos desistir.

Temos sido levantados por Deus para servir-Lhe como adoradores fiéis e voluntários. Não podemos desistir.

Temos sido batizados com o Espírito Santo, a fim de recebermos uma dose especial de poder e sermos testemunhas do Ressuscitado. Nãopodemos desistir.

Temos sido desafiados a pregar a Palavra do Senhor, o Evangelho de poder, poder de Deus para salvação das vidas e cura das nações. Não podemos desistir.

Temos sido exortados a uma vida de santidade e profundo compromisso com Deus, em uma comunhão permanente e imutável. Não podemos desistir.

Temos sido convidados a empreender uma carreira espiritual, uma maratona de fé, rumo à Canaã Celestial. Não podemos desistir.

Temos sido lembrados cada dia de nossos deveres de fidelidade, até a morte, para que possamos, afinal, receber a coroa da vida. Não podemos desistir.

Temos sido ensinados a contribuir com dízimos e ofertas para o sustento da Obra do Mestre e sua consequente expansão. Não podemos desistir.

Temos sido intitulados de filhos de Deus, com o nosso nome escrito no Livro da Vida, candidatos seguros a morar nas mansões eternas do Pai.Não podemos desistir.

 
 

Temos sido atacados por todos os lados, numa tentativa malsã do Inimigo, de nos fazer afastar das fileiras dos heróis da fé, mas prosseguiremos até o fim, em nome de Jesus.  Não podemos desistir.

 
 

Temos sido fortalecidos cotidianamente pela leitura e meditação piedosa da Palavra Viva do Senhor, lâmpada e martelo, espada e mel, bênção e sustento, prumo e leite para todos nós. Não podemos desistir.

Temos sido destinados a a ser uma Igreja em avivamento, plena da manifestação do Senhor Jesus. Não podemos desistir.

 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

A CAMINHO DO AVIVAMENTO

As pessoas comprometidas com a comunhão com Deus, com a leitura da Bíblia e com o testemunho do Espírito sentem muito fortemente dentro de si mesmas que algo grandioso está prestes a acontecer, do lado de dentro do arraial dos santos.

Pessoas que já estão servindo ao Senhor há alguns anos recordam com freqüência as promessas de Deus para o Seu povo, relacionadas com um grande mover espiritual.

Essas promessas nos asseguram a vinda de um poderoso Avivamento de Deus para nossa Nação. Algumas pessoas se lembram de nomes de cidades citadas pelo Senhor, como palco de atividades divinas, relacionadas com essa chuva serôdia, cujo alcance final deverá incluir todo o Planeta.

Ninguém precisa se orgulhar de haver recebido uma promessa de Deus. Precisa, sim, CRER, tomar posse da bênção e aguardar o grande momento de Deus.

Eu tenho tido o privilégio de contemplar o mover de Deus em forma de Avivamento. Cito dois exemplos: Ilha do Governador e Boston.

Além disto, tenho visto operações legitimamente extraordinárias em diferentes eventos, mas algo relativamente rápido.

O que pressinto mesmo é algo mais grandioso e mais duradouro. Mais efervescente e intempestivo que tudo o que já contemplei.

Avivamento é um mover sobrenatural de Deus. Ele abole legalismos, demole barreiras, suplanta objeções, atravessa fronteiras, tritura inimigos, agrupa desconhecidos, ignora legendas e estabelece o domínio do Rei sobre Seus súditos.

No Avivamento a parte de Deus é manifestar Sua vontade, Seu reino, Seu Poder e Sua glória.

A parte humana é preparar o caminho para essas manifestações.

O caminho para o Avivamento é a trilha do arrependimento, a senda do quebrantamento e a vereda do desprendimento.

Avivamento anula a vontade humana, para estabelecer a divina.

Avivamento afoga as nossas paixões no mar da entrega total.

Avivamento ressuscita os sonhos, reacende a chama da esperança, apaga a tentação do egoísmo e da vaidade e entroniza CRISTO bem no centro de cada um.

Com o Avivamento surgem confissões, renúncias, paixão evangelizante e disposição nova para amar e servir.

Avivamento verdadeiro se sobrepõe a toda sorte de convenções (em ambos os sentidos, claro).

Avivamento restaura a liderança de Deus, efetiva a teocracia, dilui o farisaismo, sepulta os frigoríficos espirituais e mantém a fogueira acesa em um patamar supraterreno.

Há um barulho santo que faz farfalhar a copa das amoreiras.

É o vento de Deus, que sopra onde quer. No tocante às investigações da mente, ninguém sabe de onde vem, muito menos para onde vai. Assim disse Jesus.

Você e eu estamos sendo convidados pelo Senhor a preparar o caminho para o Avivamento por Ele programado.

Se estamos A caminho, cuidemos de preparar O caminho.

Quanto mais rápida for a preparação, mais imediata será a operação de Deus.

"Santificai-vos porque o Senhor amanhã fará maravilhas nomeio de vós", Js 3.5.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

PARA QUE EXISTE A IGREJA?


 

A Igreja não existe para fins políticos.

Organizações humanas podem e devem cuidar disto, menos o povo que Deus escolheu para celebrar Sua glória e exaltar Sua majestade.

A Igreja não existe para fins comerciais.

Sua destinação não é tornar-se uma empresa com fins lucrativos, uma administradora de assuntos desta Terra.

A Igreja não existe para fins comerciais e/ou financeiros.

Ela não é um Banco para se ocupar em administrar fundos de pensão, ações da Bolsa de Valores ou empréstimos pessoais ou coletivos.

A Igreja não existe para substituir o Governo.

Universidades, Escolas, hospitais, creches, asilos, casas de misericórdia são coisas muito boas e necessárias, mas Jesus não criou a Igreja para executar essas tarefas.

A Igreja não existe para promover shows beneficentes, espetáculos folclóricos, exposições de arte ou algo parecido.

A Igreja existe para adorar a Deus em espírito e em verdade, sobrepondo-se a todas as formas levianas, lineares e superficiais de religiosidade e de crendice popular.

A Igreja existe para evangelizar o mundo perdido e apontar-lhe o caminho para as grandes transformações que somente Deus pode realizar.

A Igreja existe para fazer eventos evangelizantes que atraem as massas ou pequenos grupos e lhes oferecem condições de vida superior, através da regeneração e da consagração de vidas.

A Igreja existe para demonstrar o poder sobrenatural de Deus, quer para salvar, quer para curar, quer para restaurar.

A Igreja existe para atrair a glória de Deus, que a faz tornar-se sal da terra e luz do mundo.

Se você não evangeliza, meu irmão ou minha irmã, qual é o seu papel na Igreja?

Se você não traz pessoas para ouvirem a Palavra de Deus, qual é a sua participação no crescimento do Rebanho de Cristo?

Se você não fala de Cristo para as outras pessoas, quem fará isto em seu lugar?

Sejamos Igreja verdadeira, genuína, atuante, ocupada, disposta, determinada e comprometida com os verdadeiros propósitos de Deus.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

A IGREJA DOS DISTRAIDOS

Durante os últimos séculos, a Igreja do Senhor Jesus tem experimentado situações extremamente diversificadas.

Turbulências, perseguições, atritos internos de grande monta, evangelização surpreendente, surgimento de pregadores exponenciais, cruzadas políticas e/ou religiosas visando a sua extinção, crescimento incomum, perdas notáveis, e assim por diante.

Jesus Cristo é o Sol. Sol que nunca se apaga.

A Igreja é a Lua. Lua sujeita a ciclos e estações. Linda quando cheia, vibrante quando nova, dolorosa quando minguante, esperançosa quando crescente.

A Igreja é uma. Mas, dentro dela existem várias. Umas boas, outras melhores. Algumas outras, nem isto nem aquilo.

Certas Denominações cresceram, prosperaram e depois se apagaram, não sem deixar rastros luminosos.

No Brasil tivemos (e ainda temos) uma que brilhou por mais de um século. Missionária por vocação, refinada no ensino, criteriosa e bíblica no ensino. Porém, cometeu o irreparável erro de se opor vigorosa e decididamente ao Mover do Espírito. Hoje, amarga a pluralidade de suas dissidências e passa a admitir (tolerar, talvez) a existência de "focos pentecostais", para não se diluir de vez.

Existem igrejas que crescem e igrejas que diminuem.

Uma igreja que tem crescido muito, ao longo dos séculos, é a Igreja dos Distraídos.

Ela possui até uma "padroeira": Marta, irmã de Maria e Lázaro. Foi Jesus quem detectou sua característica basilar:ansiosa e distraída com muitas coisas,Lc 19.

Como essa igreja não mantém estrutura própria nem se institucionalizou oficialmente, a fim de manter-se independente, seus membros vivem dentro de todas as demais igrejas e precisam ser identificados.

A Igreja dos distraídos tem um incontável número de adeptos, desde ministros a catecúmenos.

Ministros que passam o tempo cuidando de fazendas e de rebanhos, enquanto a Casa de Deus geme, são obreiros da I.D. (Igreja dos Distraídos).

Pastores que se ocupam de acompanhar diuturnamente os pregões das Bolsas de Valores, desde a Ásia até os Estados Unidos, passando naturalmente pelo Brasil, via Europa (devido o fuso horário), são ministros de honra da ID.

Evangelistas que não fazem Cruzadas nem outros eventos evangelísticos em certos dias da semana, por causa dos campeonatos de futebol de sua preferência, são evangelistas das ID.

Crentes que deixam de ir à Ceia para ir aos shoppings, que não gostam de cultos dominicais que terminam mais tarde por causa dos programas fantásticos que a TV oferece, você já sabe a que igreja pertencem.

Ministérios locais que estão gastando dinheiro, tempo e energia para construir palácios, os quais muito provavelmente serão utilizados pelo anticristo, de há muito deixaram suas igrejas de origem e se transferiram para a ID.

Líderes há, em grande quantidade, que trocaram a oração pelas campanhas políticas, as quais lhes renderão preciosos votos para a próxima diretoria convencional. Eles estão fortalecendo os quadros ministeriais da ID.

Distraídos são aqueles que assistem cinco ou mais "jornais de notícias" diariamente, e por isso vão de igreja em igreja, pregando a mesma mensagem centenas de vezes, para tédio e tristezas de seus ouvintes.

Pertencem à ID os pregadores que ao invés de explanarem a Palavra de Deus para o seu público, passam minutos preciosos contando estórias que jamais aconteceram, ou citando autores que nunca conheceram Jesus.

A ID recebeu de presente uma ajuda valiosíssima para seus devotos: o Orkut, myspace e companhia. O pecado não consiste em usá-los, senão em distrair-se com eles, enquanto a mandamento da Bíblia fica esquecido: "remindo o tempo...".

Os distraídos estão por toda a parte, menos nas vigílias.

Dentro de dois dias a orgia do carnaval tomará conta de nosso País.

Os membros da ID talvez não tenha a coragem de sair às ruas acompanhando "blocos" e "escolas´.

Mas talvez vão se distrair, trancados em seus quartos, acompanhando os mesmos blocos e as mesmas escolas. O diabo põe essa gente nas ruas. Mas a ID a traz para dentro de casa.

Aliás, entrar é muitíssimo fácil.

Difícil mesmo é livrar-se de qualquer distração.

Se você conhece alguém que pertence aos quadros da ID, ajude-e a restaurar-se espiritualmente, enquanto há tempo.

Você será altamente recompensado pelo Senhor.